Inez Silvia Batista Castro Economista. Professora da Universidade Federal do Ceará Aline Sousa Menezes Economista. Pesquisadora do BNB-Etene Entre janeiro e junho de...
Por Francisco Ferreira Alves (*) Panorama Geral Após experimentar uma significativa expansão em 2010, a economia brasileira começa a dar sinais de...
Por José Varela Donato Pesquisador do BNB-Etene O comércio varejista brasileiro continua a apresentar resultados positivos. Em maio de 2011, registrou crescimento...
| PIB no semestre começa em bom ritmo, mas desacelera |
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Os bons números da economia brasileira no primeiro semestre resultaram, principalmente, do satisfatório desempenho da Formação Bruta de Capital Fixo (FBCF). Os investimentos estão associados, sobretudo, à ampliação da capacidade e da eficiência da estrutura produtiva, possibilitando a expansão da produção industrial sem ocasionar pressões inflacionárias. Entretanto, as medidas de contenção do crédito, assim como a apreciação do câmbio, constituem importantes obstáculos à continuidade desse ciclo de investimento. A conclusão é da revista BNB Conjuntura Econômica ao analisar o comportamento do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro que avançou 1,3% no primeiro trimestre de 2011, comparativamente ao último trimestre de 2010. Entretanto, o bom desempenho nesse indicador foi acompanhado de taxas decrescentes nas comparações interanuais, conseqüência de fatores como o recuo do consumo das famílias. No primeiro trimestre, esse item cresceu apenas 0,6% comparado ao imediatamente anterior que marcou 2,3% nessa mesma base de comparação. De acordo com a revista, cuja última edição já se encontra disponível no portal www.bnb.br/publicacoes, a economia registrou no semestre comportamento positivo em vários segmentos (crédito, mão de obra, taxa de investimentos, exportações, agropecuária, comércio e serviços). Desacelerando o ritmo Entretanto, as medidas governamentais recentes já mostram seus efeitos, com desaceleração do consumo, menor demanda por crédito, que ainda continuou vigorosa no semestre, e pelo aumento da inadimplência entre os consumidores. Também como reflexo das ações de política monetária e de caráter macroprudencial já se observa uma nítida desaceleração da produção de bens de capital no Nordeste, fato agravado pelo câmbio apreciado, que intensifica a substituição de produção local por importações. |
Embora a intermediação financeira na região tenha crescido, nos últimos anos, a um ritmo comparativamente superior à média brasileira, a...
No Nordeste, os bancos privados participam muito pouco do estoque de crédito. Na posição de julho último, eles detinham menos...
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O mercado mundial de sementes cresceu bastante nos últimos 30 anos, alcançando US$ 36,5 bilhões, em 2007, sendo de 5,5% a participação do Brasil. No Nordeste, onde a produção de mudas e sementes de qualidade ainda não atende à demanda, há boas condições climáticas para suprir as necessidades, mas o produtor esbarra em obstáculos variados e ameaças. Por Ribamar Mesquita, ...
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Agência Prodetec ππ Fortaleza [DEZ. 2011] Das dez maiores economias cearenses,...
Em virtude de uma inovação aprovada pelos governadores do Nordeste, produtores rurais, empreendedores individuais, pequenas e microempresas da região...
A partir do debate em torno dos problemas do Nordeste, a Agência Prodetec compilou dezenas de sugestões de intervenção para...
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