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NO NORDESTE, EXPORTAÇÕES VOLTAM A CRESCER MAIS QUE IMPORTAÇÕES

Brasília, 15 Maio 2017 (Agência Prodetec) - Nos quatro primeiros meses deste ano, observou-se expansão tantonas importaçõesquanto nas exportações do Nordeste. De acordo com os dados da Secex (MDIC), em relação ao mesmo intervalo de 2016,as compras externas registraram aumento de 27,2%, enquanto as vendas assinalaram incremento de 31,2%.

O bom desempenho das exportações nordestinas não foi suficiente, entretanto, para atenuar o déficit da balança comercial que fechou o quadrimestre janeiro-abril em US$ 1,4 bilhão,um pouco acima do registrado no mesmo período de 2016 (US$ 1,2 bilhão).

No primeiro quadrimestre de 2017, o volume dos importados alcançou US$ 6,5 bilhões contra US$ 5,1 bilhões do segmento de exportação.

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ABASTECIMENTO IRREGULAR DE ÁGUA NÃO AFETA EXPORTAÇÃO DE FRUTAS FRESCAS DO NORDESTE

Brasília, 15 Maio 2017 (Agência Prodetec) - As exportações de frutas frescas do Nordeste cresceram mais de um quarto no primeiro quadrimestre deste ano na comparação com o mesmo período de 2016. Isso significa que até agora o problema de ordem hídrica enfrentado pela região ainda não chegou a afetar os negócios do segmento.

Os dados levantados junto ao Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) mostram aumento da ordem de 27,5% nas vendas externas de frutas frescas realizadas pelo Nordeste. O montante apurado no período janeiro a abril alcançou US$106,1 milhões ante US$ 83,2 milhões no primeiro quadrimestre do ano passado.

As informações correspondem apenas aos negócios com seis frutas: melão, manga, limão, mamão, melancia e uva.

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NORDESTE INTENSIFICA EXPORTAÇÃO DE DIAMANTE
Imagem Lipari Mineração
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 Exploração da mina de diamante em Nordestina, interior da Bahia.

 

Brasília (Agência Prodetec) – O estado da Bahia intensifica a exportação de pedras preciosas com a inclusão de diamantes na pauta. Trata-se de um item que tende a ganhar relevância no comércio exterior do Nordeste, a partir da exploração das reservas descobertas nas regiões polarizadas pelas cidades de Nordestina, na Bahia, e Gilbués, no Piauí.

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NO NORDESTE, EXPORTAÇÃO DE MILHO DIMINUIU 82,1%, EM 2016

Brasília (Agência Prodetec) – As exportações nordestinas de milho no ano passado foram reduzidas de forma significa. Em relação a 2015, a queda alcançou 82,1%, totalizando apenas US$ 30,6 milhões.

De acordo com o Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC), os embarques somaram 182,1 mil toneladas, bem inferiores as 985 mil toneladas de 2015 que corresponderam a US$ 171,7 milhões.

Com a queda no volume de divisas, a participação de milho na pauta regional baixou de 1,17%, em 2015, quando ocupava o 12º lugar no rol dos produtos mais vendidos no exterior, para meros 0,24%, 67º no ranking.

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NO NORDESTE, EXPORTAÇÃO DE SOJA CAI PELA METADE, EM 2016

Brasília (Agência Prodetec) – O balanço das exportações nordestinas no ano passado mostra que as vendas de soja em grão decresceram 50,8%, na comparação com 2015. Além da receita, houve queda também no volume físico embarcado.tons

De acordo com os dados divulgados pelo Ministério da Indústria, Comercio e Serviços (MDIC) as vendas externas da soja em grão alcançaram US$ 977 milhões para 2,6 milhões de toneladas embarcadas. Em 2015, esse volume totalizou 5,1 milhões de toneladas equivalentes a US$ 1.988 milhões.

As vendas de bagaço/resíduos de soja atingiram US$ 311 milhões, elevando, assim, para US$ 1.288 milhões a receita obtida pelo complexo soja no Nordeste (grão mais bagaço). Em relação a 2015, o recuo ficou em 45% em termos financeiros e quase 40% em volume. Já o óleo refinado é pouco significativo, registrando vendas de apenas US$ 76 mil, em 2016.

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