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Prosa & Verbo

INTRODUÇÃO E PRODUÇÃO DE FRUTEIRAS DE CLIMA TEMPERADO EM REGIÕES TROPICAIS.

Paulo Roberto Coelho Lopes¹; Inez Vilar de Morais Oliveira²; Diógenes Henrique Abrantes Sarmento³

1 Doutor em Agronomia, Embrapa, e-mail: Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo.

2 Doutora em Produção Vegetal, e-mail: Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo.

A região nordeste, mediante a participação dos seus polos irrigados, é a principal região produtora e exportadora de frutas tropicais frescas do Brasil. A região possui mais de 300.000 ha irrigados localizados nos diversos estados e norte de Minas Gerais, cultivando, principalmente, mangueiras, videiras, bananeiras, cajueiros, citros, coqueiros, goiabeiras, aceroleiras, meloeiros, melancieiras, dentre outras.

De acordo com Vital et al. (2011) os impactos da crise mundial que afetaram mais significativamente o polo frutícola de Petrolina-Juazeiro resultaram na contração das vendas e queda de receita, culminando na redução dos empregos formais e informais, fato que trouxe à tona a importância do setor frutícola em diversificar a produção e sair da exclusividade da uva e da manga. Tais impactos foram sentidos no Vale do São Francisco em 2014 com um expressivo retrocesso nas exportações de uvas de mesa, que ocorreu por diversos motivos, em especial pelos elevados custos de produção, principalmente quanto a mão de obra (ANUÁRIO, 2015).

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TCU PODE PARALISAR OBRAS DA FERROAVIA TRANSNORDESTINA

A fim de atender demandas do Congresso Nacional, o Tribunal de Contas da União determinou a realização de duas auditorias operacionais no projeto de construção da ferrovia Transnordestina. Segundo o acórdão Nº 1731/2016, a primeira auditagem será na Valec S.A para verificar os atos de gestão do Conselho na avaliação de riscos, ponderação de possíveis resultados e a aprovação dos investimentos por meio de aportes de capital destinados à construção da ferrovia por parte da TLSA, do grupo Cia. Siderúrgica Nacional.

A segunda auditoria tem como alvos a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), a Valec e órgãos financiadores (BNDES, Sudene, BNB) das obras de construção da ferrovia Transnordestina. O objetivo é avaliar a estrutura de governança do empreendimento no que diz respeito à assimetria de informação entre regulador, concessionária, financiadores e acionistas públicos, bem como as ações destinadas à recuperação do cronograma da obra.

As duas auditorias foram incluídas no plano de fiscalização do Tribunal em andamento, com prazo de 180 dias para finalização e remessa dos resultados ao Congresso (Comissão Externa - Construção da Ferrovia Nova Transnordestina da Câmara dos Deputados;

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POLÍTICA DE DESENVOLVIMENTO REGIONAL PODE CORRIGIR AS DESIGUALDADES SOCIAIS DO PAÍS

Jenner Guimarães (*)

Há muito se debate sobre as desigualdades regionais no Brasil, sem um consenso ou mesmo uma política unificada e capaz de minimizar seu efeito perverso sobre a população das áreas mais pobres do país. Mesmo sendo uma das maiores economias do mundo, o Brasil é um dos países onde a desigualdade regional se faz mais presente.

O Nordeste concentra 28% da população mas responde por apenas 13% do PIB nacional e possui renda per capita inferior à metade da média brasileira. Aqui concentram-se 53% dos analfabetos e 59,1% da população mais pobre do Brasil. Não por acaso, as políticas de concessão de incentivos fiscais estaduais, nessas regiões, são bastante agressivas e fazem com que o tema seja objeto de extrema preocupação para as autoridades econômicas do país.

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DINÂMICA ECONÔMICA DO NORDESTE À LUZ DAS CONDIÇÕES EXTERNAS: UMA ANÁLISE ESTRUTURALISTA

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NORDESTE. DILMA REDUZ RECURSOS E AUMENTA JUROS DO FNE

A presidente Dilma Rousseff continua empenhada em contrariar políticas e programas voltados para o desenvolvimento do Nordeste. Suas atitudes nesse sentido se intensificaram a partir do final de 2014, logo após o nordestino, mais uma vez, lhe assegurar a vitória nas urnas. Na sequência da campanha de reeleição, durante a qual prometeu mundos e fundos à comunidade regional, Dilma Rousseff mais prejudicou do que ajudou o desenvolvimento do Nordeste.

Ribamar Mesquita, agência prodetec ππ Brasília [FEV. 2016]

- A presidente Dilma teve os maiores índices de votação e popularidade no Nordeste. Praticamente foi a região que lhe garantiu dois mandatos. Um mapa levantado após a reeleição mostra que, exceto em Pernambuco, sua excelência teve maioria esmagadora de votos nos estados nordestinos. Sua menor marca foi em Alagoas (49,9%) e a maior no Piauí (70,6%), um pouco acima do desempenho obtido no Maranhão (69,5%), Ceará (68,3%), Bahia (61,4%), Rio Grande do Norte (60,6%), Paraíba (55,6%) e Sergipe (54,9%).

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