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Setor Externo: Balanço regional no 1º semestre

Inez Silvia Batista Castro Economista. Professora da Universidade Federal do Ceará Aline Sousa Menezes Economista. Pesquisadora do BNB-Etene Entre janeiro e junho de...

Intermediação financeira no Nordeste

Por Francisco Ferreira Alves (*) Panorama Geral Após experimentar uma significativa expansão em 2010, a economia brasileira começa a dar sinais de...

Desempenho do comércio no Brasil e no Nordeste

Por José Varela Donato Pesquisador do BNB-Etene O comércio varejista brasileiro continua a apresentar resultados positivos. Em maio de 2011, registrou crescimento...

Prosa & Verbo
Setor Externo: Balanço regional no 1º semestre

Inez Silvia Batista Castro

Economista. Professora da Universidade Federal do Ceará

Aline Sousa Menezes

Economista. Pesquisadora do BNB-Etene

Entre janeiro e junho de 2011, as exportações nordestinas atingiram US$ 8.459,4 milhões, 9,8% a mais que os valores registrados em igual semestre do ano passado. A soma representa apenas 7,1% do total nacional.

Cinco dos nove estados nordestinos (Maranhão, Paraíba, Pernambuco, Piauí e Rio Grande do Norte) tiveram queda nos valores exportados. Por sua vez, Alagoas, Bahia e Sergipe ampliaram em 6,7% sua participação nas exportações regionais, com destaque para a Bahia, responsável por 4,2 pontos desse total. O Maranhão perdeu participação quase que na mesma magnitude do crescimento baiano (-4.1%).

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Intermediação financeira no Nordeste

Por Francisco Ferreira Alves (*)

Panorama Geral

Após experimentar uma significativa expansão em 2010, a economia brasileira começa a dar sinais de um crescimento mais moderado e sustentável no corrente ano, em consequência da elevação na taxa básica de juros, das medidas macroprudenciais adotadas nos mercados de crédito e de câmbio e do programa de consolidação fiscal, que implementou um corte de R$ 50 bilhões no orçamento de 2011. Registre-se também, de forma particular, a elevação dos recolhimentos compulsórios e dos encaixes obrigatórios de instituições financeiras, cujos saldos subiram de R$ 314 bilhões, no final de novembro, para R$ 419 bilhões, no final de junho último, significando que num período de sete meses foram tirados de circulação R$ 105 bilhões.

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Desempenho do comércio no Brasil e no Nordeste

Por José Varela Donato

Pesquisador do BNB-Etene

O comércio varejista brasileiro continua a apresentar resultados positivos. Em maio de 2011, registrou crescimento de 0,6% em relação ao mês anterior; de 6,2% sobre maio de 2010; e de 7,4% e 9,2% nos acumulados de 2011 e dos últimos 12 meses, respectivamente.

A presente análise do desempenho do comércio se baseia no conceito de “volume de vendas” da Pesquisa Mensal do Comércio (PMC), que, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE, 2011), representa valores nominais correntes deflacionados por índices de preços específicos para cada grupo de atividades e estado.

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Instrumentos financeiros para a promoção e a difusão de novas tecnologias

Por Laércio Matos (*)

A literatura econômica tem adotado, principalmente após o surgimento da escola de pensamento evolucionista neoschumpeteriana (DOSI, 1998; NELSON; WINTER, 2005; FREEMAN, 2005; LUNDVALL, 2005), na década de 1970, um olhar mais aprofundado sobre um dos fenômenos responsáveis pela transformação de regiões e países pouco dinâmicos em economias competitivas: a inovação tecnológica.

O conceito de inovação tecnológica está associado a algo novo, mas não deve ser confundido com invenção ou descoberta, embora esses dois fenômenos também sejam atribuídos a novidades. Uma invenção é a concepção material de uma nova ideia, o que não garante que o novo produto ou processo chegará a ser utilizado pela sociedade. Há muitos relatos de invenções que nunca foram assimiladas, e que por isso mesmo nem chegaram a entrar no mercado. A descoberta, também relacionada ao conceito de novidade, é a percepção de algo novo que surge de maneira inesperada, o que também não garante sua incorporação a algum processo produtivo.

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Agroindústria de frutas e hortaliças no nordeste: suprimento de matérias-primas e embalagens

José Aílton Nogueira dos Santos[1], Maria Simone de Castro Pereira Brainer [2], Wendell Márcio Araújo Carneiro [3];

As condições edafoclimáticas do Nordeste, apropriadas para suprir com regularidade, qualidade e quantidade as demandas de frutas e hortaliças das agroindústrias de processamento dessas matérias-primas, fomentaram a instalação de unidades agroindustriais, que se expandiram na região, com maior concentração na Bahia, Ceará, Pernambuco e Rio Grande do Norte. A matéria-prima utilizada pelas agroindústrias é geralmente produzida na mesma localidade ou próximo a ela. Resumindo: os maiores supridores de matérias-primas para as agroindústrias alimentares da área de atuação do BNB localizam-se nos estados mencionados.

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