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Conjuntura

AGRICULTURA. ÁREA COM ARROZ NO NORDESTE PERMANECE QUASE ESTAGNADA

Brasília (Agência Prodetec) – O primeiro levantamento da safra brasileira de grãos divulgado pela Conab, ontem, mostra que a área ocupada pela cultura do arroz no Nordeste permanece praticamente estagnada. A expectativa mais otimista é de um avanço de apenas 0,6% podendo mesmo ser reduzida em 1,6%.

Na safra anterior, a lavoura arrozeira abrangeu 283,3 mil hectares enquanto a estimativa para o ano agrícola 2016/17 varia de 278,7 mil a 284,9 mil hectares. Com isso, a produção do grão não acompanha a demanda existente, forçando a importação em larga escala de outros centros produtores.

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DESEMPENHO DO COMÉRCIO NO NORDESTE CONTINUA AQUÉM DA MÉDIA NACIONAL

Rio de Janeiro (Agência Prodetec) - O comércio nordestino continua a apresentar desempenho inferior à média nacional, resultado que reflete condições mais desfavoráveis na região quanto a alguns importantes vetores de crescimento da atividade comercial, a exemplo da expansão do crédito, da renda e oportunidades de trabalho.

De acordo com a última pesquisa setorial do IBGE (PME), considerado o mês de agosto somente o estado da Paraíba apresentou desempenho positivo (+1,8% sobre julho), o maior índice na série com ajuste sazonal, bem acima da média nacional de -0,6%. Somente outros três estados tiveram variação positiva: Rio de Janeiro (0,9%), Rondônia (0,7%) e Tocantins (0,4%).

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NORDESTE. SALVADOR E RECIFE ACUSAM ALTA NO PREÇO DE IMÓVEIS EM SETEMBRO

São Paulo (Agência Prodetec) – De acordo com a pesquisa FIpeZap de setembro Recife e Salvador tiveram variação positiva no preço de apartamento anunciado em setembro. Proporcionalmente, os ajustes foram praticamente iguais nas duas capitais nordestinas. Em Salvador, evoluiu de 0,08% em agosto para 0,38% em setembro enquanto no Recife passou de 0,10% para 0,52%. Por sua vez, em Fortaleza, o mercado ficou estável em setembro ante um crescimento de 0,68% no mês anterior.

No acumulado do ano o aumento registrado nas capitais nordestinas ficou abaixo da inflação do período (5,91%): 1,31% em Salvador, 1,11% em Fortaleza e -0.76% no Recife. O mesmo panorama se verifica na comparação em 12 meses.

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PRODUÇÃO DE ALGODÃO DESPENCA NO NORDESTE

Rio de Janeiro (Agência Prodetec) - A safra de algodão em caroço do Nordeste em 2016 deve ser uma das menores dos últimos anos caso se confirmem as estimativas.

Segundo o último levantamento do IBGE, o oitavo deste ano, a safra nordestina deve sofrer redução de 41% em relação à do ano passado.

Esse desempenho influiu no panorama nacional da cultura cuja safra é estimada em 3,3 milhões de toneladas, recuo de 18% sobre a anterior.

A área plantada com algodão no Nordeste caiu 31% contra 18% em escala nacional, registrando-se também redução de 14,6% do rendimento médio regional, para 3 098 quilos por hectare, bem abaixo da produtividade nacional de 3.553 quilos, a qual teve diminuição de -9,7%.

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VOLUME DE VENDAS DO COMÉRCIO NO NORDESTE PIOROU EM JULHO

Rio de Janeiro (Agência Prodetec) – Em relação ao mês anterior, o volume de vendas do comércio varejista do Nordeste apresentou recuo. O Maranhão registrou o pior desempenho e Alagoas, o melhor, na série com ajuste sazonal.
Os dados constam da última Pesquisa Mensal de Comércio divulgada pelo IBGE. Em julho, conforme o trabalho, 17 das 27 unidades federadas tiveram redução no volume de vendas do varejo, na comparação com junho, o equivalente a -0,3% na média nacional.

No Nordeste, os destaques positivos foram Sergipe, onde as vendas se mantiveram estáveis; Ceará, com aumento de 0,7%; Paraíba, com 0,2% e Alagoas (+0,9%).

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AGRICULTURA. NORDESTE VAI COLHER 2,1 MILHÕES DE SACAS DE CAFÉ EM 2016

Brasília (Agência Prodetec) – De acordo com o último boletim da Conab a safra de café do Nordeste deve totalizar 2,1 milhões de sacas em 2016, com redução de 10,7% sobre a safra anterior. A cultura experimentou área maior de cultivo na atual safra, mas perdeu em rendimento.

A produção baiana de café se espraia em três áreas distintas: cerrado e região do Planalto, onde predomina a variedade arábica, e a região Atlântica, especializada em café conilon. O pior desempenho ocorreu nessa última região em virtude da forte estiagem e ataques de pragas durante o ciclo da lavoura, determinando a queda de 30% na safra.

Nessas três regiões a área com cafeeiros evoluiu 8% e alcançou 149,7 mil hectares, dos quais 48,6 mil correspondem à variedade conilon, que apresentou produção em baixa (46%).

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NOVA ESTIMATIVA DO IBGE INDICA QUEDA DE 38% NA SAFRA DE GRÃOS DO NORDESTE.

Rio de Janeiro (Agência Prodetec) – O IBGE divulgou o oitavo levantamento sistemático da produção de grãos deste ano e os números não são bons tanto para o Nordeste como para o país como um todo. A safra nacional de cereais, leguminosas e oleaginosas totalizou 186,1 milhões de toneladas, 11,1% inferior à obtida em 2015 (209,4 milhões de toneladas). Em âmbito regional, essa redução foi bem mais expressiva:

No Nordeste, o volume da produção de cereais, leguminosas e oleaginosas deve alcançar 10,3 milhões de toneladas, com redução de 38,1% em relação à safra passada.

Em primeiro lugar, destaca-se a região do Centro-Oeste, com 76,5 milhões de toneladas (-14,9%); Sul, 73,3 milhões de toneladas (-3,5%); Sudeste, 19,7 milhões de toneladas (+2,3%); e Norte, 6,3 milhões de toneladas (-17,9%).

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OPERAÇÕES DE CRÉDITO NO NORDESTE AINDA REGISTRAM EXPANSÃO EM 12 MESES

Brasília (Agência Prodetec) O saldo das operações de crédito do Sistema Financeiro Nordestino atingiu R$ 399,4 bilhões em junho último, observandose um recuo de 0,37% em relação a maio e avanço de 1,84% no confronto com junho de 2015.

A situação do crédito no Nordeste é de declínio nos últimos seis meses, embora em maio tenha ensaiado uma pequena reação que não se confirmou no mês seguinte.

As operações de crédito na região encerraram 2015 totalizando R$ 404.812 milhões, mas perderam fôlego nos quatro meses seguintes. Em maio, voltou a subir, para R$ 400,8 bilhões, para em seguida declinar novamente.

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ECONOMIA DE PERNAMBUCO RECUA COM FALTA DE INVESTIMENTOS E SAFRA RUIM

Brasília (Agência Prodetec) - O PIB de Pernambuco caiu 2,4% no primeiro trimestre de 2016, em relação ao quarto trimestre de 2015, com recuos de 7,3% no setor primário, de 3,6% no setor secundário, e de 1,4% no setor terciário.

É o que informa o último boletim regional divulgado pelo Banco Central, acrescentando que esse processo de retração tende a continuar, ainda que o IBCR-PE tenha variado 0,2% no trimestre findo em maio sobre o encerrado em fevereiro quando tinha registrado retrocesso de 2,4%.

Para os pesquisadores do Banco Central, a trajetória de retração da atividade econômica em Pernambuco a partir de 2015 está associada ao recuo dos investimentos públicos e privados, em especial aqueles relacionados com a refinaria de petróleo e o polo naval, bem assim à quebra da safra de cana do estado.

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ECONOMIA. AMBIENTE DESFAVORÁVEL DO PAÍS PREJUDICA DESEMPENHO DO NORDESTE

Brasília (Agência Prodetec) – A atividade econômica do Nordeste continua a apresentar desempenho negativo, consequência da trajetória desfavorável experimentada pelo próprio país nos últimos anos. A análise do Banco Central para o segundo trimestre encerrado em maio indicam retrações do PIB da Bahia (1,2%), de Pernambuco (2,4%) e do Ceará (5,5%), as três principais economias da região.

A boa notícia é que essa redução do PIB nordestino se apresentou em ritmo mais moderado, com recuo de 0,4% do IBCRNE em relação ao trimestre findo em fevereiro (1,4%), considerados dados dessazonalizados.

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