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Conjuntura

CRÉDITO NO RIO GRANDE DO NORTE APRESENTA MENOR TAXA DE INADIMPLÊNCIA DO NORDESTE

Brasília (Agência Prodetec) De acordo com a pesquisa do Banco Central do Brasil, o índice de inadimplência entre os tomadores de crédito do Rio Grande do Norte voltou a baixar em junho, para 3,62%, patamar abaixo do apurado em maio (3,93%) e do registrado no final de dezembro passado (3,73%). É o menor índice entre os estados do Nordeste no final do semestre.

Os dados do Bacen indicam que o viés de baixa na nadimplência potiguar alcança tanto o segmento de pessoas físicas quanto o de pessoas jurídicas.

No caso das famílias, a taxa de inadimplência em junho fechou em 4,09% contra 2,82% entre as empresas. No mês de maio esses percentuais eram de 4,43% e 3,11%, respectivamente.

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NORDESTE. INDÚSTRIA REAGE NO CEARÁ, MAS SEGUE NEGATIVA NA BAHIA E EM PERNAMBUCO

A atividade industrial no Nordeste ficou positiva em maio em relação ao mês anterior, de acordo com a pesquisa do IBGE Indicadores Conjunturais da Indústria, divulgada hoje (7). A variação regional foi de 1,6%, mas permaneceu negativa para Pernambuco (-1,1%), Bahia (-0,3%) enquanto o Ceará registrou crescimento de 1,4%.

Em termos nacionais variação foi nula (0,0%), sendo que em oito dos 14 locais pesquisados foram apuradas taxas negativas, com destaque para Paraná (-3,5%), Goiás (-2,3%), Pará (-1,9%) e São Paulo (-1,6%).

Na comparação com maio de 2015, o panorama ainda é de queda (7,8%) na atividade industrial do país, com recuo em 12 dos 15 locais da sondagem, com destaque para Goiás (-8,5%), Rio de Janeiro (-7,6%) e Minas Gerais (-7,2%), No Nordeste, o aumento foi de 0,3%, prejudicado pelo desempenho de Pernambuco (-3,8%), Bahia (-2,9%) e Ceará (-2,3%), estes últimos sobressaindo-se entre os "menos ruins".

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NORDESTE REGISTRA PEQUENA QUEDA NAS QUEIMADAS NO 1º SEMESTRE/2016

São Paulo (Agência Prodetec) – De acordo com os dados fornecidos pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), o total de queimadas nos estados do Nordeste no primeiro semestre deste ano registrou uma pequena queda (-1,2%). Na posição do final de junho último, o número de focos ficou em 4.682 contra 4.738 no mesmo intervalo de 2015.

Excetuados os casos da Bahia (+55,8%) e do Maranhão (+1,5%), todos os demais estados nordestinos reduziram o volume de queimadas. Segundo o INPE, as maiores ocorrências de incêndios foram registradas em municípios baianos e maranhenses. Nesses dois estados, que são os maiores produtores de grãos do Nordeste, os focos somaram 3,7 mil. Isoladamente, o Maranhão respondeu por 1.871 incêndios e a Bahia por 1.876.

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NORDESTE IMÓVEIS. PREÇOS NÃO ACOMPANHAM INFLAÇÃO NO SEMESTRE

São Paulo (Agência Prodetec) – As dificuldades enfrentadas pela economia brasileira nos últimos meses continuam a afetar o mercado imobiliário do Nordeste. Os dados sobre os negócios do setor nas três principais cidades da região, ao longo do primeiro semestre, mostram que o mercado está instável, com variações aquém dos índices inflacionários do período.

Muitos fatores contribuem para esse panorama, dentre outros: decremento do Produto Interno Bruto (PIB), queda acentuada do emprego, menor volume de empréstimos para habitação e maior inadimplência entre os tomadores de crédito.

No recorte semestral, tanto no Recife quanto em Fortaleza o mercado caiu; de forma mais acentuada na capital pernambucana.

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COMÉRCIO. COM FLUXO DE VISITANTES EM ALTA, NORDESTE INAUGURA NOVOS SHOPPINGS

São Paulo (Agência Prodetec) – Pesquisa realizada pela FX Flow Intelligence para a Associação Brasileira de Shopping Center (Abrasce) revela que o fluxo de visitantes a esse tipo de centros de compras e serviços recuou menos no Nordeste do que no resto do país. Em junho último, o Nordeste registrou aumento de 2,04% na comparação com o mesmo mês de 2015, enquanto no Brasil houve recuo de 1,48%.

A sondagem da FX, uma empresa especializada no monitoramento de fluxo do varejo, é feita mensalmente e leva em conta os dados obtidos no acompanhamento dos consumidores nos principais shoppings do país. Em 2015, os shoppings brasileiros receberam cerca de 444 milhões de visitas por mês, aumento de 3,2% em relação ao ano de 2014.

De acordo com a pesquisa, das três maiores regiões brasileiras em consumo o fluxo caiu mais no Sudeste (-6,49%) do que no Sul (-3,45%). No acumulado do ano, até junho, o fluxo geral diminuiu 4,63% ante o mesmo período de 2015. Só na semana do dia dos namorados, ente 6 a 12 de junho, o recuo foi de 3,26%. Mesmo assim, já é possível identificar os primeiros sinais de melhora, a partir do aumento registrado no Nordeste, de 2,04%.

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CONAB REDUZ PERSPECTIVA DE SAFRA DE GRÃOS DO NORDESTE

Brasília (Agência Prodetec) – A se confirmar os prognósticos da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), a produção de grãos do Nordeste para a safra 2015/2016 deve diminuir quase um terço em relação à safra passada. A estimativa é de 11,2 milhões de toneladas ante 16,6 milhões de toneladas em 2014/2015, total que representa apenas 5,7% da safra prevista para o Brasil como um todo (196,5 milhões de toneladas).

Em relação à safra anterior, o decréscimo é de 32,6% para o Nordeste e de 5,4% para o país como um todo. No caso da área plantada prevista é de 7,5 milhões de hectares nos estados nordestinos, o equivalente a 7,7% da área nacional (58,17 milhões de hectares). Na comparação com a safra 2014/2015, houve decréscimo de área da ordem de 7,2% em termos regionais contra 0,4% no país.

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VENDAS DE CIMENTO EM QUEDA NO BRASIL E NO NORDESTE

Rio de Janeiro (Agência Prodetec) - As vendas de cimento do Nordeste em maio caíram 13,4% em relação ao mesmo mês de 2015. Em âmbito nacional a queda alcançou 15,2% no mesmo período. Considerando o acumulado janeiro-maio o decréscimo atingiu 12,9% no Nordeste e 13,9% no país como um todo, comparativamente ao período janeiro-maio de 2015.

De acordo com o Sindicato Nacional da Indústria do Cimento, as vendas de cimento no Nordeste totalizaram 1.016 mil toneladas em maio de 2016 ante 1.173 mil toneladas. Em termos acumulados, as vendas nordestinas chegaram a 5.181 mil toneladas contra 5.950 mil toneladas.

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NORDESTE. SERGIPE, PARAIBA E PIAUÍ MOSTRAM RECUPERAÇÃO DO COMÉRCIO EM ABRIL

Rio de Janeiro (Agencia Prodetec) - A taxa de variação do volume de vendas do comércio nordestino voltou a ser maior que o do Brasil como um todo, em abril último.

Exceto por Bahia, Rio Grande do Norte e Ceará todos os demais estados do Nordeste registraram variação positiva na comparação com o mês de março. Os destaques foram os estados de Sergipe, com expansão de 6,3%, a maior do país; Paraíba (1,6%) e Piauí (1,6%), a segunda mais elevada. A média nacional ficou em 0,5%.

Contudo, essa melhoria de desempenho não se reflete também no apurado abril.16/abril.15, quando todos os estados brasileiros ostentam variações negativas. No Nordeste, conforme mostrado na tabela abaixo, elas variaram de -2,1%, na Paraíba, a -13,1% no estado da Bahia.

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AGRICULTURA. 2016 MARCA ÊXITO DO MILHO NA PARAÍBA E NO CEARÁ

Brasília (Agência Prodetec) - Apesar de todas as dificuldades com a seca, que já se prolonga pelo quinto ano consecutivo, a safra de milho da Paraíba e do Ceará deve marcar um desempenho extraordinário na atual safra com, respectivamente, 827% e 429% de aumento em relação à safra de 2015.

A estimativa do IBGE é de que a produção cearense alcance 692,7 mil toneladas ante 130,8 mil toneladas da safra passada. Esse resultado deve-se a um crescimento espetacular na produtividade que passou de 264 quilos para 1.328 quilos por hectare, uma vez que a área colhida deve ficar em 521,6 mil hectares contra 495,7 mil hectares em 2015.

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AGRICULTURA. IBGE PREVÊ SAFRA DE GRÃOS MENOR PARA O NORDESTE

Rio de Janeiro (Agência Prodetec) – O novo levantamento da safra nacional de cereais, leguminosas e oleaginosas divulgado, ontem, pelo IBGE aponta para uma safra da ordem de 15,8 milhões de toneladas no Nordeste, este ano, com redução de 4,7% sobre a obtida em 2015.

Em âmbito nacional, a estimativa é de 205,4 milhões de toneladas, este ano, 1,9% inferior à registrada em 2015, com destaque para arroz, milho e soja. Somados, esses três produtos representam 92,9% da produção estimada e respondem por 87,1% da área a ser colhida no Brasil todo.

Em relação ao ano anterior, no Nordeste a expectativa é de um acréscimo de 2,3% na área colhida, totalizando 7.886 mil hectares.

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