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Conjuntura

Crédito na região: alta está de volta mesmo na crise

A intermediação financeira no Nordeste praticamente não foi afetada pela crise financeira internacional enquanto no Brasil seus efeitos já podem ser observados pelo retrovisor. Desde julho/09, o segmento começou a apresentar fortes sintomas de recuperação tanto nas operações de crédito quanto nos depósitos.

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Setor externo do MA: queda acima da média regional

Os efeitos da crise internacional repercutiram de forma intensa sobre o comércio exterior do Maranhão. Entre os primeiros semestres de 2008 e 2009, a queda foi de 71% nas importações e de 37% nas exportações, bem acima da média regional de 44,8% e 29,7%, respectivamente.

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Nordeste ainda tem muito espaço para banco crescer

Um levantamento recente de pesquisadores do Banco do Nordeste/Etene indica que a relação dívida consolidada líquida – Produto Interno Bruto (DCL /PIB) é mais confortável no Nordeste quando comparada à posição do Brasil. A relação DCL/PIB para o Brasil cresceu continuamente entre 2000 e 2003, indo de 45,5% para 52,4% no período.

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ECONOMIA NORDESTINA TEM MUITO ESPAÇO PARA EXPANSÃO DOS BANCOS

A intermediação financeira tem muito espaço para crescer no Nordeste, cuja economia representa 13,1% do PIB nacional, mas apenas 4,8% dos depósitos e 5,7% das operações de crédito. Em termos nacionais, o saldo dos depósitos no Brasil corresponde a 63% do PIB, posição de outubro de 2008; no Nordeste, essa participação é de apenas 23%,. Enquanto o saldo das operações de crédito representa 34,7% do PIB nacional, no Nordeste fica em 15,1%. Em termos de evolução, a taxa de crescimento para essas duas variáveis sob a ótica nacional foi quase duas vezes maior do que o ritmo apresentado pelo Nordeste, no final do ano passado.

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Transferências constitucionais superam ICMS

A distribuição dos recursos para o Nordeste entre janeiro e setembro de 2008 via FPE e FPM cresceu 22,4% e 23%, respectivamente, em comparação ao mesmo período de 2007. Isso indica elevação na arrecadação federal e significa que, pelo menos até setembro, a crise financeira internacional não gerou impactos relevantes na atividade econômica nordestina.

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Crise passa ao largo com atuação dos bancos públicos

A intermediação financeira praticamente não foi afetada pela crise financeira internacional. A Região passou ao largo da turbulência graças aos bancos públicos, que respondem por dois terços de suas operações financeiras. Eles ampliaram seus empréstimos e contribuíram para a manutenção do financiamento das atividades econômicas regionais.

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Cai participação regional no agronegócio nacional
A participação do Nordeste no agronegócio nacional caiu um pouco em 2008, em função do descompasso nas taxas de crescimento da agropecuária nacional e regional. A relação entre o VBP do Nordeste e o VBP do Brasil estimada para junho/08 era um pouco menor que em 2007 - redução de 14,1% para 12,6%. A previsão era de um aumento do VBP do Brasil da ordem de 27,6% contra um avanço de somente 13,7% para o do Nordeste.
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Crise internacional impactou comércio externo do Nordeste

As exportações nordestinas sofreram maior impacto da crise global que o Brasil como um todo. Numa curva ascendente desde o final de 2003, as vendas externas da região embicaram param baixo a partir do segundo semestre de 2008. Comparando-se o primeiro semestre de 2008 com igual período deste ano, a queda ficou em 29,7%. O total alcançou cerca de US$ 5,2 bilhões.

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