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Conjuntura

VOLUME DE CRÉDITO NO NORDESTE ULTRAPASSA R$ 400 BILHÕES EM 2015

Brasília (Agência Prodetec)- O estoque de crédito no Nordeste superou os R$ 400 bilhões em dezembro de 2015. A expansão sobre o mês anterior foi de 1,4% contra 5,1% em relação a dezembro de 2014, a terceira maior entre as regiões brasileiras, após Centro-Oeste (+8,4%) e Sudeste (+8%). Esse desempenho representa decréscimo de quatro pontos percentuais ante o observado entre 2014 e 2013 (9,1%), o que revela queda no ritmo da economia regional.

De acordo com dados do Banco Central, o volume de crédito alcançou R$ 405.074 milhões no final do ano passado ante R$ 385.377 milhões em dezembro de 2014 e R$ 353.203 milhões no final de 2013. No Brasil como um todo, o saldo fechou em R$ 3.217 bilhões, com expansões de 1,3% no mês e 6,6% no ano.

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PIB. CONTAS REGIONAIS DO IBGE MOSTRAM A TRAGÉDIA DA DESIGUALDADE DE RENDA NO PAÍS

Rio de Janeiro (Agência Prodetec) - O IBGE acaba de divulgar o seu relatório sobre as contas regionais relativas a 2013. Cinco estados apenas – São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Paraná e Rio Grande do Sul respondem hoje por 65,6% de toda a riqueza gerada no Brasil, dos quais quase metade (32,1%) coresponde à participação paulista.

Significa dizer que do PIB da cifra de R$ 5 trilhões e 316 bilhões apurada para o Brasil, R$ 1,7 trilhão se origina em São Paulo, R$ 626,3 bilhões no Rio de Janeiro, R$ 486,9 bilhões em Minas, R$ 332,8 bilhões no Paraná e R$ 331,1 bilhões no Rio Grande do Sul.

A distribuição espacial pelas grandes regiões explicita mais ainda a tragédia da concentração da renda no país: as duas regiões mais pobres representam menos de um quinto do PIB do país -- 5,49% (R$ 292.342 milhões) referente ao Norte e 13,59% (R$ 722.809 milhões) ao Nordeste.

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AGRICULTURA. MESMO COM SECA BRABA, NORDESTE EXPANDE SAFRA EM 2015 E 2016

Rio de Janeiro (Agência Prodetec) - A seca inclemente em todos os estados nordestinos não impediu a expansão da safra regional, do ano passado. Conforme dados divulgados ontem (12) pelo IBGE, a produção de cereais, leguminosas e oleaginosas do Nordeste alcançou 16,6 milhões de toneladas em 2015, o equivalente a 8% do total estimado para o país como um todo (209,5 milhões de toneladas).

O crescimento da safra regional ficou em 5,4%, um pouco abaixo do desempenho nacional, de 7,7%. Foi o segundo menor desempenho entre as grandes regiões, superando apenas a registrada para o Sudeste (5%).

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TOTAL DE QUEIMADAS NO NORDESTE SE ACENTUA E BATE RECORDE EM 2015

São Paulo (Agência Prodetec) – A quatro dias do final do ano, os dados divulgados pelo INPE mostram que em 2015 acentuou-se o número de focos de queimadas em todos os estados do Nordeste. Na posição de ontem (27.12), o total de queimadas nos nove estados do Nordeste (68.814) correspondia ao dobro de 2013, quando foram registrados 34.571 focos, e 46% a mais que em 2014.

Esse quadro é consequência da seca inclemente que a região enfrenta há quatro anos, da falta de estrutura de estados e municípios para combater os incêndios, da ganância e oportunismo de alguns produtores rurais, alguns dos quais provocam incêndios na vegetação para limpeza de áreas para cultivo, e da ausência de consciência ambiental.
De acordo com o serviço de monitoramento de queimadas do INPE, os estados do Maranhão, Bahia e Piauí são os campeões em matéria de incêndios. Pela sua magnitude e duração, algumas dessas ocorrências chegaram a ocupar as manchetes dos veículos de comunicação por dias seguidos. É o caso daqueles que consumiram boa parte da Chapada Diamantina, na Bahia, e de reservas indígenas no Oeste do Maranhão, reduzindo a cinzas milhares de hectares de vegetação nativa.
Nos municípios maranhenses e baianos os focos somaram 47,8 mil ante 33,5 mil em 2014. O estado do Maranhão, isoladamente, respondeu por 43% de todos os incêndios ocorridos no Nordeste, em 2015, até ontem. Foram 29.554 focos registrados contra 25.719 no mesmo intervalo do ano passado. No estado da Bahia eles totalizaram 18.297 ante 7.851 em 2014.

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BALANÇA COMERCIAL DO NORDESTE NA CONTRAMÃO DO PAÍS

Brasília, 15 dez. 2015 (Agência Prodetec) – Ao contrário do país como um todo, com superávit da ordem de US$ 13,4 bilhões até novembro, o Nordeste continua a apresentar déficit em sua balança comercial.  O total no acumulado janeiro-setembro alcançou US$ 6,9 bilhões, redução de 40% em relação ao mesmo período do ano passado (US$ 11,6 bilhões).

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ENERGIA EÓLICA AFASTA O NORDESTE DO RACIONAMENTO

Fortaleza (Agência Prodetec) - Com o colapso do reservatório de Sobradinho, resultado de quatro anos de seca no Nordeste, a região já estaria com racionamento de energia não fosse a energia eólica gerada pela força de seus ventos. Em 2015, a fonte eólica já respondia por 5% da matriz energética nacional, percentual a ser duplicado nos próximos dez anos.

No Nordeste, a energia eólica garante hoje 20% do consumo, absorvendo parte significativa dos investimentos do setor, da ordem de US$ 6,2 bilhões até 2014. O Brasil hoje o décimo maior gerador de energia eólica do mundo, embora o primeiro leilão para esse tipo de geração tenha ocorrido em 2009.

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DESOCUPAÇÃO NO NORDESTE ALCANÇA 10,8% NO 3ºTRIMESTRE DESTE ANO

Rio de Janeiro (Agência Prodetec) – De acordo com a última PNAD Contínua, divulgada pelo IBGE, o terceiro trimestre de 2015, encerrou-se com uma taxa de desocupação da ordem de 10,8% no Nordeste, ante 8,9% no Brasil como um todo e de 6% no Sul. Tanto num caso como no outro a pesquisa experimentou incremento quando comparado ao trimestre imediatamente anterior.

Em relação ao terceiro trimestre de 2014, houve alta em torno de dois pontos percentuais em todas as cinco grandes regiões brasileiras. No Nordeste, subiu de 8,6% para 10,8%, a mais elevada do país, um pouco superior à registrada no Sudeste (de 6,9% para 9%). No Norte passou de 6,9% para 8,8%; no Sul, de 4,2% para 6% e no Centro-Oeste, de 5,4% para 7,5%.

Entre os estados e as capitais, a maior taxa de desocupação ocorreu na Bahia (12,8%) e em Salvador (16,1%), respectivamente, enquanto a menor, na mesma base comparativa, ficou com Santa Catarina (4,4%) e Rio de Janeiro (5,1%).

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CRISE JÁ AFETA EXPORTAÇÃO DE CALÇADOS DO NORDESTE EM 2015

Porto Alegre (Agência Prodetec) – De acordo com o último boletim da Abicalçados, a entidade que reúne os principais grupos do setor, as exportações de calçados do Nordeste entre janeiro e outubro sofreram queda de 18% na comparação com o mesmo período de 2013.

Na contagem da Abicalçados -- que abrange apenas os cinco maiores produtores regionais (CE, PB, BA, SE e PE) – as vendas externas do Nordeste, até outubro último, totalizaram US$ 315,9 milhões ante US$ 385,6 milhões no intervalo janeiro-outubro do ano passado.

A comercialização compreende os produtos classificados nos capítulos 6401/05 da NCM, a saber: calçado injetado de borracha ou plástico; calçado cabedal de borracha ou plástico (material sintético), inclui chinelos; calçado cabedal de couro natural; calçado cabedal de material têxtil; e outros calçados.

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AGRICULTURA: APESAR DA SECA, NORDESTE PREVÊ ALTA NA PRÓXIMA SAFRA DE GRÃOS

Brasília (Agência Prodetec) - Mesmo com seca e crise, a área a ser cultivada com grãos no Nordeste na safra 2015/2016 deverá sofrer aumento em relação à anterior, com acréscimo entre 0,8% e 2,7% (8,2 milhão e 8,5 milhão de hectares), com destaques para a Bahia, o Maranhão e o Piauí.

Em relação à safra 2014/2015, a produção regional de grãos pode variar de 2% e 4,6%, e a produtividade 1,6%.

Na variável produção também se sobressaem os estados da Bahia, Maranhão e Piauí enquanto Sergipe lidera em termos de rendimento.

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SITUAÇÃO HÍDRICA CONTINUA CRÍTICA NO SEMIÁRIDO DO NORDESTE

Brasília (Agência Prodetec) – De acordo com a Agência Nacional de Águas (ANA) e o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), a situação dos recursos hídricos da área semiárida do Nordeste passou a ser crítica. Depois de quatro anos seguidos de seca, o volume dos reservatórios da região caiu para abaixo de 10% na última semana de outubro, fechando em apenas 9,5% a capacidade de armazenamento.

Segundo os especialistas o quadro é muito delicado e tende a se agravar com a ocorrência do fenômeno conhecido por El Niño, cuja característica principal é um volume maior de chuvas na região Sul e menos chuvas no Norte e Nordeste brasileiros.

A perspectiva do ONS relativamente aos reservatórios nordestinos é de que a situação crítica de hoje tende a se estender até o primeiro trimestre do próximo ano.

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