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Conjuntura

SECA PREJUDICA CRIAÇÃO DE BÚFALOS NO NORDESTE

Rio de Janeiro (Agência Prodetec) - A predominância da seca nos estados do Nordeste afetou a criação local de búfalos nos últimos anos. No ano passado o rebanho alcançou 120,2 mil cabeças, seis mil menos que o contingente de 2013. É o terceiro maior efetivo do país, logo após os do Norte e Sudeste.

Segundo informa a pesquisa PPM 2014 do IBGE, divulgada recentemente, a queda da bubalinocultura na região foi de, aproximadamente, 5% na comparação com os resultados de 2013.

Nos últimos cinco anos, a produção nordestina de búfalos permaneceu praticamente inalterável. De 120,4 mil cabeças, em 2010, evoluiu para 125,7 mil no ano seguinte, mas caiu em 2012, para 122,2 mil cabeças. Em 2013, a atividade se recuperou, totalizando 126,2 mil cabeças, contudo, voltou a sofrer revés em seguida.

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PRODUÇÃO DE MEL DO NORDESTE MOSTRA RECUPERAÇÃO EM 2014

Rio de Janeiro (Agência Prodetec) – De acordo com a pesquisa PPM 2014 do IBGE, a produção de mel do Nordeste em 2014 registrou uma grande recuperação relativamente aos dois anos anteriores quando ocorreu uma queda brusca no setor. O aumento sobre 2013 foi de 43,5%, para 10,8 mil toneladas, ainda muito distante do patamar obtido em 2011 quando chegou a 16,9 mil toneladas.

O Nordeste continua como a segunda maior região produtora de mel, com participação de 28,2% da safra nacional que ficou em 38,4 mil toneladas, alta de 8,8% sobre o ano de 2013. O Sul segue na liderança com 42,8% do total do país, enquanto o Sudeste participa com 21,9%, o Centro-Oeste com 4,4% e o Norte com 2,7%.

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COMÉRCIO. VENDAS SEGUEM EM QUEDA NO NORDESTE E NO PAÍS

Rio de Janeiro (Agência Prodetec) - O comércio varejista brasileiro apresentou em agosto quedas de -0,9% em volume de vendas e de -0,2% na receita nominal, na comparação com o mês anterior.  De acordo com a Pesquisa Mensal de Comércio (PMC) do IBGE, na série sem ajustes sazonais esse é o sétimo resultado negativo seguido para o volume de vendas, totalizando perdas de 6,4% ante agosto de 2014.

Nos oito primeiros meses do ano, em termos de volume de vendas, a redução alcança 3%. Para a receita nominal de vendas, os mesmos indicadores apresentaram variações de: 1,1% frente a agosto de 2014, 3,7% no acumulado no ano e de 4,9% nos últimos 12 meses.

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GRÃOS. IBGE e CONAB DIVERGEM QUANTO AO CRESCIMENTO DA SAFRA DO NORDESTE

Rio de Janeiro e Brasília (Agência Prodetec) – Acabam de ser divulgadas as novas estimativas para a safra de grãos deste ano. Nas contas da Conab serão 209,5 milhões de toneladas, 8,2% acima da safra 2013/14 de 193,6 milhões de toneladas. A área plantada, 58.036 mil hectares, é 1,7% maior que a passada.
Os maiores desempenhos esperados nas culturas de verão referem-se à soja (10,1 milhões de toneladas), milho e arroz.

Para o IBGE, a colheita nacional de cereais, leguminosas e oleaginosas deve alcançar 210 milhões de toneladas, 8,6% a mais que a de 2014 (193,3 milhões de toneladas), com área de 56,5 milhões de hectares a ser colhida, acréscimo de 1,9% à do ano passado.

A produção de arroz (+3,6%), de milho (+6,5%) e de soja (+11,9%) representam 92,3% da estimativa total da safra e respondem por 86,3% da área a ser colhida.

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PRODUÇÃO DE SOJA DO NORDESTE APRESENTA CRESCIMENTO RECORDE

Rio de Janeiro (Agência Prodetec) – Apesar da seca e da crise econômica enfrentada pelo país, a produção nordestina de grãos ainda apresenta crescimento de fazer inveja a chinês -- 10,2%, segundo o levantamento realizado pelo IBGE. O grande destaque é o desempenho da cultura da soja com produção da ordem de 8.372 mil toneladas, variação de 27,4% sobre a safra de 2014, o que equivale a quase 2,5 vezes a média nacional de 11,9%.

A lavoura hoje é mais representativa da agricultura do Nordeste em volume, área plantada e valor. A área total ocupada pela soja no Nordeste deve atingir 2.863 mil hectares, 11% a mais que a observada no ano passado. Proporcionalmente, a participação regional no conjunto da safra brasileira do grão é de pouco mais de 8,5% em termos de produção e 8,9% de área.

No caso da produtividade, apesar de um crescimento de 14,8% em 2015, o rendimento médio da soja no Nordeste (2 924 kg por hectare) ainda ficou aquém da média nacional de 3 023 kg por hectare.

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MERCADO DE IMÓVEIS NO NORDESTE MUDA MUITO POUCO

São Paulo (Agência Prodetec) - Os dados da última pesquisa FipeZap mostram que os preços de apartamentos novos praticamente não se alteraram em Fortaleza, Salvador e Recife. Em relação a julho, a variação foi centesimal nas três capitais nordestinas.

O preço do metro quadrado continua mais elevado no Recife (R$ 6.026,00) do que em Fortaleza (R$ R$ 5.718,00) e em Salvador (R$ 4.673,00). Rio de Janeiro lidera em âmbito nacional, com R$ 10.593,00 o metro quadrado, seguido de São Paulo (R$ 8.607,00), Brasília (R$ R$ 7.970,00) e Niterói (R$ R$ 7.669,00).

No acumulado do ano, Fortaleza apresenta uma elevação de 4,17% contra 2,54% de Salvador e 0,42% no Recife. No período de 12 meses encerrado em agosto, a capital cearense também lidera com ajuste de 5,46% ante 4,45% em Salvador e 2,77% na capital pernambucana.

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NORDESTE REGISTRA PEQUENA QUEDA NO TOTAL DE QUEIMADAS ATÉ AGOSTO

São Paulo (Agência Prodetec) – O número de focos de queimadas nos estados do Nordeste entre janeiro e agosto deste ano guarda similaridade com o observado no mesmo período de 2014. Na posição do final de agosto, o total ficou em 16.026 contra 16.155 no mesmo intervalo do ano passado.

De acordo com o INPE, as maiores ocorrências de incêndios foram registradas em municípios maranhenses e piauienses. Nesses dois estados, que compreende o chamado Meio Norte, os focos somaram 12,3 mil. Isoladamente, o Maranhão respondeu por mais da metade de todos os incêndios ocorridos no Nordeste.

Em relação ao período janeiro e agosto de 2014, apenas Maranhão, Piauí e Paraíba conseguiram reduzir o número de incêndios. Nos demais, houve crescimento com destaque para o estado da Bahia, onde o avanço foi de mais representativo em termos absolutos. A menor incidência de incêndios verificou-se nos estados da Paraíba e Rio Grande do Norte.

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AGRICULTURA. ÁREA COM MAMONA CRESCE 138% NO NORDESTE

Rio de Janeiro (Agência Prodetec) - A produção de mamona do Nordeste, este ano, deve alcançar 83,6 mil toneladas, com crescimento de 86% em relação à safra anterior. Conforme estimativa divulgada pelo IBGE o maior volume se refere à produção da Bahia, responsável por 97% do total colhido no país.

A área ocupada pela cultura da mamona no Nordeste soma 113,4 mil hectares, com aumento de 138% sobre a safra do ano passado. A produtividade cresceu 28%, passando de 576 quilos para 738 quilos por hectare.

A produção baiana é a mais representativa do país deve passar de 33.560 toneladas para 81.559 toneladas com variação de 143%. A área mais do que dobrou entre a safra passada e atual, para 103,6 mil hectares, concentrando-se especialmente na região de Irecê.

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AGRICULTURA. NO NORDESTE, SAFRA DO ALGODÃO AVANÇA POUCO ESTE ANO

Rio de Janeiro (Agência Prodetec) – A safra de algodão do Nordeste, este ano, indica um crescimento de 3,9% no volume e de 1,3% na área ocupada. De acordo com o IBGE, a produção regional deve alcançar 1.338 mil toneladas numa área de 368,1 mil hectares.

Em âmbito nacional, a estimativa é de uma produção em torno de 4 026 mil toneladas, queda de 6,1%, para uma área de 1 038 mil hectares, -9,6% abaixo da safra anterior.

Apesar da continuidade da seca em muitas áreas produtoras, o rendimento da cultura algodoeira registrou um pequeno avanço (5,2%) no Nordeste, passando de 3.454 kg/ha para 3.635 kg/ha.

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NO NORDESTE, OPERAÇÕES DE CRÉDITO CRESCERAM APENAS 0,5% EM AGOSTO

Brasília (Agência Prodetec) - De acordo com o Banco Central, o estoque de crédito do sistema financeiro do Nordeste, que inclui recursos livres e direcionados, alcançou R$ 397 bilhões no final de agosto. O aumento foi de apenas 0,5% no mês, de 9,3% em 12 meses e de 2,7% no acumulado do ano.

A pequena variação deste ano, bem abaixo da inflação de 7% estimada para o período janeiro-agosto, já reflete a jornada da economia brasileira ladeira abaixo. O desempenho mensal de 0,5% embata com o IPCA de agosto enquanto o índice de 12 meses ficou ligeiramente abaixo da inflação prevista para o mesmo intervalo (9,56%).

O comportamento do crédito no Nordeste ficou aquém do observado em escala nacional. Pelos dados do Bacen, o saldo no país atingiu R$ 3.132 bilhões com aumentos de 0,7% no mês e 9,6% em 12 meses. Desse montante, a maior parte (R$ 1.653 bilhões) refere-se à participação das pessoas jurídicas ante R$ 1.480 bilhões da carteira destinada a pessoas físicas.

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