Anuncie Aqui

NORDESTE REÚNE DIRIGENTES DE BRASIL RÚSSIA, CHINA, ÍNDIA E ÁFRICA DO SUL

A relação comercial dos estados nordestinos com os BRICS apresenta relativa importância com China e Índia e pouco expressão no caso de Rússia e África do Sul. De janeiro a maio o movimento comercial do grupo com o Nordeste totalizou US$ 3,6 bilhões ante US$ 7,4 bilhões em 2013, com destaque para importações de US$ 2.331,4 milhões.

representantesbrincs
BRICS em São Petesburgo, set.13: Dilma Rousseff (Brasil), Manmoham Sinoh (Índia), Vladimir Putin (Rússia), Xi Jinping (China) e Jacob Zuma, África do Sul. (foto   Voz da Rússia).  


Fortaleza (Agência Prodetec) – Encerrado o campeonato mundial de futebol, o Nordeste continua como grande visibilidade ao sediar em Fortaleza a reunião de cúpula dos BRICS que reúne chefes de estado, técnicos e empresários de Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul. Sob o tema "Crescimento inclusivo e soluções sustentáveis", o encontro se estenderá depois a Brasília, finalizando no dia 16.

Nas discussões de fundo, a viabilização de mecanismos que lhes permitam minimizar as consequencias das turbulências financeiras sobre suas economias.
Nesse sentido, a proposta concreta é a constituição de um fundo monetário de estabilização, com fundos da ordem de US$ 100 bilhões, e de um banco de fomento, com capital da inicial superior a US$ 50 bilhões, e perspectiva de alcançar US$ 200 bilhões em cinco anos para financiar projetos nas áreas de educação, infraestrutura, meio ambiente, saúde, ciência e tecnologia, entre outras.

Arquitetura financeira

Para Ariel Noyola Rodríguez, do Observatório Econômico da América Latina, da Universidade Nacional Autônoma do México, "além da consolidação de um mundo multipolar, o CRA e o Banco BRICS representam as sementes de uma arquitetura financeira que emerge numa etapa da crise cheia de contradições, ao mesmo tempo caracterizada pela cooperação e pela rivalidade financeira".

Outro estudioso, o sociólogo brasileiro Williams Gonçalves, professor da UERJ e membro do Observatório das Nacionalidades, a ideia de Brasil, China, Índia, Rússia e África criarem um banco para fomentar o desenvolvimento da periferia revela o dinamismo e a perspectiva do grupo.

No conjunto, a economia dos BRICS deve superar a dos Estados Unidos no próximo ano, representando mais de um quinto do PIB mundial. Com base em dados do Banco Mundial, em 2012, a economia dos BRICS (US$ 14,9 trilhões) já se aproximava da norte-americana (US$ 16,2 trilhões).

Segundo o economista Jim O'Neil, responsável pela identificação do potencial dos BRIC, em 2011, por volta de 2050, China, Brasil, Rússia e Índia terão uma economia dois terços maiores que o conjunto Estados Unidos/zona europeia, algo como US$ 95 trilhões versus US$ 57 trilhões.

Conforme dados do Banco Mundial, em 2012, o PIB chinês somava US$ 8,23 trilhões contra US$ 2,25 trilhões do Brasil, R$ 2,01 trilhões da Rússia, US$ 1,84 trilhão da Índia e US$ 0,578 trilhão da África do Sul. Os Estados Unidos totalizavam US$ 16,24 trilhões.

Nordeste: comércio com os BRICS

Acredita-se que a criação do banco de fomento forneça combustível para a melhoria das relações dentro do BRICS e do grupo com outros países em desenvolvimento e regiões como o Nordeste.

Atualmente, os estados nordestinos apresentam expressiva corrente de comércio com China e Índia e um pouco menos relevante com Rússia e África do Sul.

De janeiro a maio deste ano, o movimento comercial do grupo com o Nordeste totalizou US$ 3.620,8 milhões, com exportações da ordem de US$ 1.289,4 milhões e importações de US$ 2.331,4 milhões, o que resultou num déficit de US$ 1.042 milhões no período. No comparativo com a soma global da região entre janeiro e maio, as transações com os BRICS representaram cerca de 20%.

NORDESTE. COMÉRCIO EXTERNO COM OS BRICS – JAN.MAI.2014. EM US$ MIL

Estado

Exportação

Importação

Saldo

Corrente Com.

Alagoas

163.450,1

81.320,1

82.129,9

244.770,2

Bahia

814.232,5

491.747,8

322.484,6

1.305.980,3

Ceará

35.235,5

357.018,7

-321.783,2

392.254,2

Maranhão

219.694,9

833.230,2

-613.535,2

1.052.925,2

Paraíba

2.252,8

74.246,3

-71.993,4

76.499,2

Pernambuco

25.123,7

381.911,5

-356.787,8

407.035,3

Piauí

19.955,5

73.562,3

-53.606,8

93.517,9

R. G. do Norte

7.914,0

16.981,8

-9.067,8

24.895,9

Sergipe

1.551,5

21.451,2

-19.899,5,

23.002,7

Total Brics

          1.289.410,5

2.331.470,4

-1.042.059,9

3.620.880,9

Total Nordeste

6.069.424,0

11.699.656,0

-5.630.233,0

17.769.080,0

Fonte: MDIC/Alice.

No ano passado, esse montante somou US$ 7.461 milhões, quase o mesmo volume de US$ 7.353,7 milhões registrado em 2012. As exportações nordestinas para o grupo BRICS alcançaram US$ 2.609,8 milhões em 2013 e US$ 2.408,6 milhões no ano anterior. As importações, por sua vez, somaram, no mesmo intervalo, US$ 4.851.2 milhões e US$ 4.945,1 milhões, respectivamente.

Em quase 30 meses, o déficit da balança comercial nordestina com China, Índia, Rússia e África do Sul cravou quase US$ 6 bilhões (precisamente, US$ 5.820 milhões). Até maio deste ano, o volume do déficit alcançava US$ 1.042 milhões. Em 2013, totalizou 2.241 milhões e em 2012, US$ 2.536 milhões.

No geral, os maiores parceiros comerciais dos BRICS no Nordeste são os estados da Bahia e Maranhão, seguidos do Ceará e Pernambuco, com uma particularidade: isoladamente, os maranhenses responderam por quase metade de todo o déficit registrado na balança comercial do Nordeste com os Brics, em 2013. Suas exportações, majoritariamente destinadas à China, totalizaram US$ 282 milhões ante importações da ordem de US$ 1.373 milhões.

NORDESTE. COMÉRCIO EXTERNO COM OS BRICS – 2013. EM US$ MIL

Estado

Exportação

Importação

Saldo

Corrente Comercial

Alagoas

251.058,3

174.358,3

76.700,0

425.416,6

Bahia

1.895.952,7

1.104.011,0

791.941,7

2.999.963,7

Ceará

79.875,5

1.015.110,1

-935.234,6

1.094.985,6,

Maranhão

282.047,8

1.373.522,1

-1.091.474,3

1.655.569,9

Paraíba

7.243,2

167.720,6

-160.477,4

174.963,8

Pernambuco

35.031,0

828.419,7

-793.388,7

863.450,7

Piauí

47.507,7.

84.890,0

-37.382,2

132.397,7

R.G. do Norte

8.865,4

49.277,0

-40.411,6

58.142,4

Sergipe

2.249,4

53.902,3

-51.652,9

56.151,7

Total Brics

2.609.831,0

4.851.211,1

-2.241.380,1

7.461.042,1

Total NE

17.270.152,0

27.756.355

-10.486.204

45.026.507,0

Fonte: MDIC/ Alice.

Chineses e indianos

Os dois gigantes asiáticos lideram a parceria comercial com o Nordeste, seguidos de Rússia e África do Sul, com destaque especial para Pequim, que desbancou os Estados Unidos como destino das vendas regionais.

As relações comerciais do Nordeste com os chineses avançaram de forma significativa. Em dez anos, as exportações da região para a China cresceram quase 15 vezes, evoluindo de US$ 139 milhões, em dezembro de 2003, para US$ 2.059,3 milhões em 2012. O país passou do oitavo para o primeiro lugar no ranking dos dez maiores destinos das vendas externas da região.

No caso dos Estados Unidos, no mesmo período, verifica-se retrocesso expressivo: de US$ 1.891 milhões, em 2003, para US$ 2.448,5 milhões no final de dezembro de 2012. Em 2008, ano da crise internacional, as exportações do Nordeste para os Estados Unidos (US$ 3.153 milhões) correspondiam a quase o triplo da China. No ano seguinte, baixaram para US$ 1,9 bilhão, voltando a crescer em 2010 e 2011.

No caso das importações, a evolução foi bem mais acentuada. No decênio 2003/12, elas passaram de US$ 101,2 milhões para US$ 2.926,1 milhões. A China aparece como a segundo maior fonte de origem das importações do Nordeste, após os Estados Unidos.

NORDESTE. EXPORTAÇÃO E IMPORTAÇÃO PARA
A CHINA 2003/2012. VALORES EM US$ MILHÕES

        ANOS

Valores das Exportações

Valores das Importações

2012

2.059,3

2.926,1

2011

1.969,6

1.994,8

2010

1.784,3

1.721,5

2009

1.360,7

1.021,7

2008

1.137,5

1.351,3

2007

   937,6

  859,9

2006

   591,0

  485,5

2005

   482,8

  287,3

2004

   206,8

  208,1

2003

   139,0

  101,2

Fonte: MDIC. Elaboração Agência Prodetec.

No período de janeiro a maio deste ano, as compras regionais na China somaram US$ 1.113,2 milhões contra US$ 3.118,5 milhões dos Estados Unidos.

NORDESTE. COMÉRCIO EXTERNO C/A CHINA.2013/14(*).EM US$ MIL

ESTADOS

Exportações em 2013

Exportações em 2014

Importações em 2013

Importações em 2014

Alagoas

169,9

262,2

153.999,6

70.349,7

Bahia

1.850,9

787.833,6

875.661,4

428.978,2

Ceara

62.706,8

25.151,9

869.934,1

305.386,2

Maranhão

278.868,6

219.594,3

78.663,4

41.172,7

Paraíba

2.198,6

1.026,7

154.058,6

67.874,7

Pernambuco

7.587,2

8.050,9

650.584,8

305.919,8

Piauí

46.367,1

19.030,3

66.756,2

49.267,1

R. G. Norte

5.874,4

7.225,7

45.233,1

16.733,8

Sergipe

682,1

185,5

26.028,9

10.396,6

 (*) janeiro a maio 2014. 

Em que pese essa aceleração, que se reflete também em âmbito nacional, não faltam controvérsias no relacionamento sino-brasileiro, sobretudo de parte do segmento industrial nativo, cuja participação nas exportações continua inexpressiva. Essas vendas para a China – tanto no Nordeste como no país todo - estão concentradas em produtos básicos como minérios e commodities agrícolas.

Presença da Índia

Em relação à Índia, tem pouca expressão na pauta de exportação do Nordeste, sequer aparecendo na lista dos 30 maiores destinos do comércio regional. Esse quadro contrasta com o registrado para o Brasil como um todo. Segundo relatório do IBRE/Fundação Getúlio Vargas, as exportações brasileiras para a Índia cresceram 74,2%, reflexo dos esforços realizados pelo país e da expansão da economia indiana a um ritmo semelhante ao observado na China.

Todavia, o país continua posicionado entre os principais fornecedores do Nordeste, aparecendo na lista dos seis maiores parceiros em maio deste ano.

Nos primeiros cinco meses deste ano, por exemplo, as compras realizadas pelos estados nordestinos naquele país asiático somaram US$ 552,3 milhões. No ano passado, totalizaram US$ 1.366 milhões ante US$ 1.647 milhões, em 2012, com queda de 8% sobre o ano anterior.

A participação indiana nas compras nordestinas no exterior, em 2012, atingiu 6,34%, um pouco abaixo dos 7,42% cravados em 2011. Mesmo assim, mantém-se acima de parceiros como Chile, Alemanha, México e Itália, perdendo apenas para Estados Unidos, China, Argentina e Holanda.

O mercado de consumo indiano apresenta um grande potencial para produtos brasileiros e da América Latina em geral, o que reforça a relevância da criação do banco de fomento dos BRICS e encontros de cúpula como o de Fortaleza.

NORDESTE. COMÉRCIO EXTERNO COM A ÍNDIA -JAN.-MAI./14. EM US$ MIL

Estados

Exportação

Importação

Saldo

Corrente Comercial

Alagoas

0

2.495,5

-2.495,5

2.495,5

Bahia

10.561,1

15.234,4

-4.673,3

25.795,5

Ceara

4.269,8

38.410,7

-34.140,8

42.680,5

Maranhão

96,9

465.245,1

-465.148,2

465.342,0

Paraíba

318,8

5.699,6

-5.380,8

6.018,5

Pernambuco

767,8

22.786,2

-22.018,4

23.554,0

Piauí

309,4

69,9

-239,5

379,4

R.G. do Norte

426,8

181,5

-245,2

608,3

Sergipe

12,8

2.213,8

-2.112,9

2.133,6

Total

16.763,4

552.336,7

-536.454,6

568.987.3

Fonte: MDIC/Secex.  Elaboração Agência Prodetec.

Relacionamento russo

As trocas comerciais entre o Brasil e a federação da Rússia permanecem em patamares muito abaixo do potencial dos dois países e da intensificação das relações dentro dos BRICS. Tanto a Rússia quanto o Brasil apresentam pouca competitividade no mercado internacional.

No acumulado janeiro/maio, por exemplo, as exportações brasileiras para os russos somaram apenas US$ 1,23 bilhão, o equivalente a 1,3% das vendas externas brasileiras. No sentido inverso, as importações chegaram a 1,02 bilhão.
No último quadriênio, as vendas praticamente não saíram do lugar: de 2,86 bilhões, em 2009, passaram para US$ 2,97 bilhões, em 2013. As importações do mesmo período evoluíram de 1,41 bilhão para US$ 2,67 bilhões.

Em âmbito regional, as trocas são igualmente acanhadas. De janeiro a maio último, as vendas do Nordeste para a Rússia alcançaram US$ 167,4 milhões contra US$ 172,3 milhões das compras.

No período 2009/13, as trocas entre a região e a Rússia cresceram de US$ 423,7 milhões para US$ 764,3 milhões, alta de 80%. As exportações atingiram US$ 2.051 milhões ante US$ 1.745 milhões das importações.

EXPORTAÇÕES RECÍPROCAS DE BRASIL E RÚSSIA 2009/14. EM US$ MIL

Anos

Brasil/Nordeste

Rússia/Nordeste

2009

2.868.561,1 (334.067,4)

1.412.127,1          (89.631,8)

2010

4.152.040,8 (417.977,8)

1.910.346,8        (263.652,4)

2011

4.216.257,4 (602.620,3)

2.944.254,1        (436.386,5)

2012

3.140.815,8 (259.016,0)

2.790.721,2        (289.345,2)

2013

2.974.145,1   (270.145,9)

2.676.065,6        (494.239,1)

2014- – Janeiro.Maio

1.236.682,6   (167.487,1)

1.026.118,3        (172.365,4)

Fonte: MDIC/Secex. Elaboração Agência Prodetec.
Nota: os valores em negrito, entre parêntese, representa a participação do Nordeste.

NORDESTE. COMÉRCIO EXTERNO COM A RÚSSIA 2013/14. EM US$ MIL

Estados

Exportações
 em 2014

Exportações em 2013

Importações em 2014

Importações em 2013

Alagoas

153.148,9

250.861,3

1.939,9

6.439,8

Bahia

4.150,3

5.369,3

23.209,6

144.656,0

Ceara

831,1

3.460,9

2.695,7

76.080,6

Maranhão

0

0

77.293.3

189.972,4

Paraíba

48,4

39,6

110,7

768,0

Pernambuco

7.744,5

7.264,7

38.683,8

39.573,3

Piauí

0

0

24.225,8

16.931,9

R. G.Norte

231,0

1.806,9

4,5

0,8

Sergipe

1.332,7

1.343,2

4.203,3

19.816,3

Total

167.516,9

270.145,9

172.366,6

494.239,1

Fonte: MDIC/Secex. Elaboração Agência Prodetec.

=.=.=.=.=.

Tabelas complementares

NORDESTE. COMÉRCIO EXTERNO COM OS BRICS, POR ESTADO EM  2012

Estado

Exportação

Importação

Saldo

Corrente de Comércio

Alagoas

217.897,2

141.750,2

76.147,0

359.647,4

Bahia

1.550.769,6

942.723,4

608.046,2

2.493.493,0

Ceara

83.309,6

926.286,9

-842.977,3

1.009.596,6

Maranhão

427.191,4

1.642.990,2

-2.215.798,7

2.070.181,7

Paraíba

20.534,3

184.017,2

-163.482,9

204.551,5

Pernambuco

57.840,4

922.155,8

-864.315,4

979.996,3

Piauí

43.484,4

73.429,5

-29.945,1

116.913,9

R.G. do Norte

6.559,9

37.965,9

44.525,4

51.084.9

Sergipe

1.019,0

67.269,1

-66.250,1

68.288,1

Total BRICS

2.408.605,8

4.945.147,6

-2.536.541,8

7.353.753,4

Total NE

18.773.213,0

26.006.587,0

-7.233.375,0

44.779800,0

Fonte: MDIC/Secex. Elaboração Agência Prodetec.

 

 

 

 

NORDESTE. COMÉCIO EXTERNO COM A ÁFRICA DO SUL – 2014 E 2013

Estados

Exportações em 2014

Exportações em 2013

Importações em 2014

Importações em 2013

Saldo em 2014

Saldo em 2013

Corrente Com.14

Corrente Com. 13

AL

0

0

4.882,0

10.708,5

-4.882,0

-10.708,5

4.882,0

10.708,5

BA

7.473,6

7.152,0

12.977,0

30.012,2

-5.503,2

-22.860,2-

20.450,5

37.164,2

CE

2.235,0

5.182,6

9.166,7

8.919,1

-6.841,7

-3.736,4

11.491,7

14.101,7

MA

0

0,04

77,4

7.660,9

-77,4

-7.660,8

77,4

7.660,9

PB

385,1

3.559,9

0

528,4

385,1

3.031,5

385,1

4.088,4

PE

559,6

2.984,8

4.214,1

10.841,3

-3.654,4

-7.856,5

4.773,7

13.826,1

PI

353,0

737,6

0

566,1

353,0

171,5

353,0

1.303,8

RN

10,70

70,1

0

294,8

10,7

-224,7

10,7

364,9

SE

0

46,2

487,0

471,8

-487,0

-425,5

487,0

518,1

total

11.017

19.733,2

31.804,2

70.003,1

-20.787,2

-50.269,9

42.821,2

89.736,3

Fonte: MDIC/Secex. Elaboração Agência Prodetec.

Voltar

 

A agência Prodetec é uma ferramenta voltada para divulgar artigos, estudos e pesquisas
sobre assuntos relacionados com o Nordeste

Imagine Comunicação Digital

Todos os direitos reservados. Reprodução do material permitida mediante citação da fonte.