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Estudos e pesquisas

AVANÇOS DO NORDESTE II - DESAFIO DA TRANSFORMAÇÃO MODERNIZADORA

A economia nordestina começou a mudar após a descoberta de nichos importantes que potencializam as condições locais. São estruturas produtivas modernas em grande parte responsáveis pelo dinamismo apresentado pelo velho Nordeste da economia alicerçada no trinômio pecuária/algodão/cultura de alimentos.

As denominações para essas estruturas variam segundo os interlocutores – cadeias e arranjos produtivos, polos ou eixos de desenvolvimento, aglomerações, frentes de expansão. Algumas delas, com origem nas décadas de setenta e oitenta do século passado, ganharam musculatura mais recentemente: os complexos metal-metalúrgico de São Luís, petroquímico de Camaçari, têxtil e de confecções em vários estados, os polos agroindustriais de Petrolina/Juazeiro, de produção de algodão e grãos no oeste da Bahia, sul do Piauí e do Maranhão, da agricultura irrigada nos vales do Açu (RN) e do Baixo Jaguaribe (CE) e os polos de tecnologia de Recife, Campina Grande, Fortaleza, Ilheus e Salvador. Essas áreas mais dinâmicas respondem hoje por mais de dois terços da economia local e consequentemente do emprego e das exportações. 

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MANGA: NORDESTE PRECISA DIVERSIFICAR PRODUÇÃO DESTINADA À UNIÃO EUROPEIA

Uma pesquisa concluída recentemente sobre o mercado da manga na Europa indica que o Nordeste deve ter como prioridade, hoje, a diversificação de sua carteira de produtos e com isso se adaptar às novas tendências do mercado.

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AGÊNCIA PRODETEC - FORTALEZA, DEZ.2012

Uma pesquisa concluída recentemente sobre o mercado da manga na União Europeia indica que o Nordeste deve ter como prioridade, hoje, a diversificação de sua carteira de produtos e com isso se adaptar às novas tendências do mercado, centradas em três pontos: o aumento do consumo da fruta, a concentração da distribuição do produto nas mãos das grandes cadeias de supermercados e a qualidade como fator determinante da competitividade.

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LAGOSTA NORDESTE: CRISE REQUER AÇÃO CONJUNTA DE TODA CADEIA PRODUTIVA

Hoje às voltas com a sobrepesca, o setor da lagosta no Nordeste passa por uma crise que requer ação conjunta de toda a cadeia produtiva para viabilizar alternativa à pesca da lagosta e assim possibilitar a recuperação dos estoques.

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AGÊNCIA PRODETEC FORTALEZA, Maio.2010

Um grande contingente de pescadores do Nordeste, sobretudo do Ceará, Rio Grande do Norte e Bahia continuam dependendo na pesca da lagosta como principal fonte de renda anual. A região responde por 69% da produção nacional de 6,7 mil toneladas (2006) e enfrenta momentos de crise causada pela sobrepesca do crustáceo. Esta, por sua vez, provoca quedas homéricas na produção, hoje equivalente a apenas 10% daquela dos anos sessenta.

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AVANÇOS DO NORDESTE I - CRESCIMENTO COM INCLUSÃO SOCIAL

Nos últimos 40 anos, o Nordeste cresceu proporcionalmente até mais do que o restante do País em termos econômicos, experimentou urbanização acelerada, iniciou o processo de industrialização e diversificou sua estrutura econômica, tendo elevado sua renda per capita de US$ 207 em 1970 para quase US$ 3,5 mil no final de 2008. Mais recentemente, o avanço foi um pouco maior, como mostra o Gráfico 1 (valores a preços de 2010 estimados pelo BNB-Etene).

AGÊNCIA Prodetec - Fortaleza [DEZ. 2010]

Nos últimos 40 anos, o Nordeste cresceu proporcionalmente até mais do que o restante do País em termos econômicos, experimentou urbanização acelerada, iniciou o processo de industrialização e diversificou sua estrutura econômica, tendo elevado sua renda per capita de US$ 207 em 1970 para quase US$ 3,5 mil no final de 2008. Mais recentemente, o avanço foi um pouco maior, como mostra o Gráfico 1 (valores a preços de 2010. estimados pelo BNB-Etene).

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MANIPUEIRA SE MOSTRA EFICAZ COMO ADUBO DE MILHO, ALIMENTO PARA BOVINOS E NO COMBATE AO GORGULHO

A manipueira mostrou-se eficaz na adubação da cultura do milho, apresentando os melhores resultados com uma dosagem de 50%. A experiência foi conduzida em condições de campo no município de Lagoa Seca (PB) por uma equipe de pesquisadores das universidades estadual e federais de Campina Grande e da Paraíba. A aplicação do produto via foliar mostrou-se mais viável, com um duplo efeito, já que funciona como fonte suplementar de nutrientes e como defensivo agrícola.

O trabalho abrangeu cinco tratamentos e ao final de 90 dias foram analisados aspectos como altura da planta, altura de inserção da primeira espiga, diâmetro e comprimento do caule, total de folhas e área foliar. Os resultados da aplicação da manipueira como fertilizante indicaram que em todas as variáveis examinadas os valores superaram o bloco testemunha.

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ABACAXI POTENCIAL PARA EXPANDIR NEGÓCIOS E EXPORTAÇÕES DO PÁIS

AGÊNCIA PRODETEC ππ DEZ. 2010]

O abacaxi plantado de forma adensada nos tabuleiros do norte da Bahia e em solos semelhantes pode alcançar produtividade acima de 80 toneladas por hectare e peso médio de 1,1 kg por fruta, mesmo em área de sequeiro. Esse desempenho, obtido com o tipo "smooth cayenne", é superior ao dobro da produtividade nacional, em torno de 34 mil toneladas por hectare.

No caso de outra cultivar tradicional, a "pérola", é possível retardar o início da floração natural, deslocando a colheita para o período de entressafra, a partir de fevereiro, quando os preços são mais compensadores.

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PESQUISA SOBRE MARACUJAZEIRO NA BAHIA FAVORECERÁ TODA CADEIA PRODUTIVA

Criação de variedades melhoradas repercutirá na
produtividade do maracujá, cultura em que o
Brasil é o maior produtor mundial

AGÊNCIA PRODETEC ππ DEZ. 2005]

A obtenção de material geneticamente selecionado, com produtividade e sanidade superiores, aliada à melhoria das condições de cultivo, favorecendo de imediato o agricultor e, a longo prazo, toda a cadeia produtiva. Este foi o principal objetivo da pesquisa sobre a cultura do maracujazeiro realizada pela Embrapa, com o apoio financeiro do Banco do Nordeste, através de seu Fundo de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (Fundeci).

Os 11 pesquisadores envolvidos no projeto concentraram-se nos seguintes aspectos: obtenção, de variedades melhoradas de maracujá roxo (duas) e maracujá amarelo (duas), via seleção; estimativa de parâmetros genético-estatísticos a partir do segundo ciclo de seleção; análise do comportamento vegetativo de híbridos somáticos obtidos via fusão de protoplastos entre a espécie comercial (P.edulis Sims. f. flavicarpa) e espécies selvagens (P. cincinnata, P. amethystina, P. giberti e P. alata), portadoras de genes de interesse; e avaliação desses híbridos quanto à resistência a doenças bacterianas e potencial agronômico.

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