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Estudos e pesquisas

NOVAS VARIEDADES DE BANANA PARA PERNAMBUCO E BAHIA

Mercado já conta com o híbrido PV42-68 lançado há seis meses pela Embrapa

AGÊNCIA PRODETEC ππ [DEZ. 2005]

CRUZ DAS ALMAS (BA) - Uma boa notícia para produtores de banana e investidores interessados em explorar a atividade nos estados de Pernambuco e Bahia. Pesquisadores do Centro Nacional de Pesquisas de Mandioca e Fruticultura da Embrapa, contando com o apoio financeiro do Banco do Nordeste, através do Fundo de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (FUNDECI), conseguiram selecionar variedades promissoras em termos de sabor, tamanho do fruto e resistência à doença conhecida por sigatoka-amarela.

Utilizando como ferramenta a pesquisa participativa, envolvendo agricultores de diferentes unidades de avaliação, o trabalho teve por objetivo selecionar híbridos, com o aval dos produtores, para futuro lançamento.

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MANDIOCA COM GERMINAÇÃO E RESISTÊNCIA À SECA NO SEMI-ÁRIDO

Projeto seleciona as mais adaptadas e estáveis, considerando aspectos como variação de clima, solo e diferentes manejos usados pelos agricultores.

São João não é apenas o santo amplamente festejado pelo sertanejo nas festas juninas no Nordeste. É, também, o nome de uma variedade de mandioca preferida pela maioria dos agricultores do Sertão Central do Ceará em função de características como rendimento de raiz e massa verde, teor de matéria seca e de farinha nas raízes. Mas, são duas outras as variedades que ganharam a preferência do agricultor do semi-árido nordestino numa pesquisa feita pela EMBRAPA para o Banco do Nordeste: a BGM 549, também conhecida como "Amansa Burro", e a BGM 538 ou "Macaxeira Preta".

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CRIAÇÃO DE AVESTRUZ REQUER CADEIA PRODUTIVA ORGANIZADA, TECNOLOGIA E EXPERTISE NA COMERCIALIZAÇÃO

Novidade ainda no agronegócio brasileiro, a atividade registra avanços, direcionada para um pequeno nicho de mercado.

Fortaleza - O veterinário Antônio Nogueira Filho, pesquisador do BNB/ETENE com especialização em Agribusiness e Mestrando em Ciências Avícolas, prova na ponta do lápis que criar avestruz é muito mais rentável que investir em boi ou ovinos. A carne vermelha lembra o filé mignon em textura, aparência e sabor, com uma diferença: é mais saudável, pois apresenta menos calorias e colesterol que a carne de frango, por exemplo, e muito mais cara que um filé. A pluma é cobiçada – preços entre 30 e 100 dólares – e o couro, verdadeira especiaria. Usado em peças de vestuário e acessórios da moda, com larga demanda internacional, é dez vezes mais caro que o couro bovino, perdendo apenas para o de crocodilo em termos de valorização. Cascos, ossos, cílios, gordura, casca do ovo e córneas também são passíveis de aproveitamento.

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NORDESTE PERDE RECURSOS PARA REGIÕES RICAS

A drenagem é estimada em R$ 24 bilhões anuais (6,2% do PIB regional), média das transferências entre dez./07 e dez./09. Considerada a relação depósito/operação de crédito no Nordeste, de 137 reais captados, apenas 100 são aplicados internamente. O restante segue para outras áreas, comprovando que o sistema financeiro nacional ajuda a concentrar renda em termos espaciais.

Agência Prodetec ∏∏ [JUNHO 2010]

O Banco do Nordeste acaba de divulgar estudo sobre a drenagem da poupança regional para áreas mais ricas do país, por intermédio do sistema bancário. Parcela significativa dos recursos do Nordeste flui para financiar as operações de crédito do Sudeste. Considerada a relação depósito/operação de crédito, a média no período 2007/09 ficou em 1,37 na região. Significa que para R$ 137 captados no Nordeste apenas R$ 100 são aplicados internamente. O restante segue para outras áreas.

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URUCUM COMO NOVA ALTERNATIVA PARA AGRONEGÓCIO DO NORDESTE

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As propriedades do urucum chamam a atenção do mercado internacional, que vem substituindo os corantes sintéticos por similares obtidos de fontes naturais, segundo as recomendações de organismos internacionais como a Organização Mundial de Saúde (OMS) e a FAO. A tradição no cultivo do urucuzeiro e a demanda crescente por corantes naturais tornam o urucum como alternativa rentável para a agricultura nordestina.

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BNB FAZ ESTUDO SOBRE PRODUÇÃO E MERCADO DO MAMÃO NO BRASIL

O mercado de mamão, fruta da qual o Brasil é o segundo maior produtor e exportador mundial, apresenta boas perspectivas, tendo como pontos fortes o nível de tecnologia, disponibilidade de áreas, a baixa sazonalidade da produção e um sistema agroindustrial organizado. E mais: o mercado externo para o mamão não está saturado e o interno tende a melhorar devido ao aumento da renda.

AGÊNCIA PRODETEC ∏∏ [JUNHO 2010]

O produtor de mamão pode ser amplamente beneficiado com o desenvolvimento de ações destinadas a valorizar o produto aos olhos do consumidor, especialmente no mercado interno que, no Brasil, é muito mais significativo que o mercado externo. Um estudo do BNB-Etene sobre a cultura mostra que a fruta apresenta boas perspectivas, tendo como pontos fortes o nível de tecnologia e a disponibilidade de áreas adequadas à sua exploração, a baixa sazonalidade da produção e um sistema agroindustrial organizado e até modelar em algumas áreas.

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NORDESTE: CENÁRIOS, RISCOS E PANORAMA DA CULTURA DO FEIJÃO

A produção brasileira de feijão é a maior do mundo, mas o país exporta pouco porque o consumo interno continua elevado, embora o consumo per capita venha caindo nas últimas décadas. A cultura pode melhorar com iniciativas como a agregação de valor ao produto via desenvolvimento de alimentos semiprontos, incentivo ao mercado de orgânicos, adoção de práticas de cultivos mais modernas e estímulo à comercialização do feijão verde, produto de grande aceitação regional.

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Sebastião Leal – Secom (PI)

Pequenos produtores de feijão no sertão piauiense

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