Anuncie Aqui

Estudos e pesquisas

POTENCIAL DE CONSUMO DO NORDESTE DECRESCE EM 2016

O potencial de consumo nordestino é o segundo maior do país, depois do Sudeste, e deve alcançar R$ 741 bilhões este ano, concentrado principalmente nas cidades do interior, tal como ocorre também no Brasil. Mas houve decréscimo em termos reais na comparação com 2015. É o que revela a última pesquisa realizada pela IPC Marketing Editora, de São Paulo, empresa especializada em informações de mercado.

prodetec-consumo

Consumo no Nordeste: participação estável e queda em termos reais.

AGÊNCIA PRODETEC ∞∞ [ABRIL 2016]

– O potencial de consumo do mercado do Nordeste em 2016 foi estimado em R$ 745 bilhões este ano ante R$ 3.921 bilhões no país como um todo. A previsão para o Sudeste é da ordem de R$ 1.921 bilhões contra R$ 690 bilhões do Sul, R$ 329 bilhões do Centro-Oeste e R$ 235 bilhões do Norte.

Leia
 
QUEIMADAS NO NORDESTE CRESCERAM MAIS EM 2015

A sequidão provocada pela falta de chuvas contribuiu para um aumento substancial na quantidade de queimadas nos estados do Nordeste. Na comparação com o ano anterior, 2015 registrou um avanço de quase 50% na ocorrência de queimadas no Nordeste contra 28% no país como um todo.

Jose Cruz/Agência Brasil.

prodetec-queimadas-2015

O fogo nas áreas de cerrados é uma constante no Nordeste.

O Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) divulgou os números relativos às queimadas ocorridas no Brasil ano passado. A quantidade de focos no Nordeste aumentou 48% na comparação com 2014, passando de 47,1 mil para 69,7 mil, o equivalente a um terço de todo o Brasil.

Leia
 
NORDESTE. FIM DA BONANZA MUNDIAL PODE DIFICULTAR A RETOMADA DA ECONOMIA

O fim da bonança internacional a partir de 2011, comandada até então pelo frenesi da economia chinesa, vai implicar menor desenvolvimento econômico do Nordeste. Não tendo realizado mudanças em sua estrutura produtiva durante o ciclo de expansão recente, a região enfrentará dificuldades para retomar uma nova era de expansão. Com essa ausência de mudanças, tanto em âmbito nacional quanto regional, o país e a região seguem dependentes das condições externas, atrelados à taxa de crescimento das economias mais dinâmicas.

AGÊNCIA PRODETEC ΩΩ [FEVEREIRO 2016]

Rio de Janeiro – A conclusão é de economistas do Instituto de Economia da Universidade Federal do Rio de Janeiro: o crescimento experimentado pelo Brasil e pelo Nordeste entre 2002 e 2011 não foi acompanhado por mudanças produtivas estruturais. A indiferença quanto a isso está materializada na menor participação da indústria de transformação no PIB, tanto na região quanto no país, bem assim na especialização regressiva das exportações no período, restrições que poderão se ampliar ainda mais, impondo um esforço muito grande para alcançar novo ciclo de crescimento.

Leia
 
BAHIA CONCENTRA MAIOR CONTINGENTE DE MUNICÍPIOS MENOS DESENVOLVIDOS

Rio de Janeiro (Agência Prodetec) – Em matéria de desenvolvimento municipal, os piores índices do país se concentram na Bahia. Nenhum município do estado foi classificado como em estágio de alto desenvolvimento e apenas 50 estão na faixa tida como moderada. O restante se encontra nas faixas regular e baixa.

A última pesquisa da Federação das Indústrias do Rio de Janeiro (Firjan) sobre o desenvolvimento dos municípios brasileiros revela que dos 500 piores índices 35,6% estão na Bahia. Revela, ainda, que considerdos os 100 municípios do Nordeste de melhor desenvolvimento, apenas 13% são baianos contra 40% do Ceará, por exemplo.

A lista é encabeçada por Guanambi e Lauro de Freitas, seguidas por Mata de São João, Santo Antonio de Jesus, Brumado, Camaçari, Salvador, Porto Seguro, Simões Filho, Irecê, Feira de Santana, Ibirapuã e Barreiras.

Na outra ponta, os dez piores índices de desenvolvimento estão nos municípios de Gongoci (0,3628 pontos), Caatiba (0,3645), Irajuba (0,3733), Morpará (0,3783), Arataca (0,3792), Nova Canaã (0,3814), Santa Luzia (0,3816), Ubatã (0,3831) Piritiba (0,3846) e Cansanção (0,3855 pontos).

Leia
 
OS 100 MUNICÍPIOS MENOS DESENVOLVIDOS DO NORDESTE NO ANO BASE 2013

Os três piores indicadores da região foram apurados nos municípios maranhenses de Pedro do Rosário, Marajá do Sena e Primeira Cruz, com pequenas diferenças de um para o outro. Em seguida aparecem Gongogi, Caatiba e Irajuba, todos da Bahia, estado que concentra a maior quantidade de municípios nessa lista dos 100 menos desenvolvidos, elaborada pela Agência Prodetec a partir da pesquisa divulgada pela Federação das Indústrias do Rio de Janeiro (Firjan).

prodetec-prefeitura-pedro-rosario

Pedro do Rosário: desenvolvimento longe do futuro.

AGÊNCIA PRODETEC - -- RIO DE JANEIRO [FEVEREIRO 2016]

A pesquisa anual da Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan) sobre o desenvolvimento municipal não apresenta muitas surpresas. Em relação aos anos anteriores observa-se o mesmo nível de baixo desenvolvimento para os municípios do Norte e Nordeste cada vez mais distantes dos padrões verificados nas regiões do Sul e Sudeste. Pior ainda: essa divisão também se irradia dentro das próprias regiões pobres, com melhorias na situação de muitos municípios e retrocessos em centenas de outros.

Leia
 
NORDESTE. CEARÁ MELHORA NÍVEIS DE DESENVOLVIMENTO DE SEUS MUNICÍPIOS

Rio de Janeiro (Agência Prodetec) – A última pesquisa da Federação das Indústrias do Rio de Janeiro (Firjan) sobre o desenvolvimento dos municípios brasileiros coloca duas cidades cearenses entre aquelas consideradas de alto desenvolvimento: Eusébio e Sobral, com 0,8782 e 0,8197 pontos numa escala de 0 a 1 em que o município melhor colocado no país, Extrema (MG), acumulou 0,9050 pontos.

Considerados os 100 municípios do Nordeste de melhor desenvolvimento, 40% são do Ceará, e dos cinco primeiros somente Fernando de Noronha está fora do estado. Além de Eusébio e Sobral, completam o rol cearense, as cidades de Maracanaú (0,7946) e Aquiraz (0,7833).

Leia
 
INDICE DE DESENVOLVIMENTO MUNICIPAL DE IMPERATRIZ SUPERA O DE SÃO LUÍS

Rio de Janeiro (Agência Prodetec) - Localizada ao Sul do Maranhão, a cidade de Imperatriz é a única do Estado a aparecer no ranking dos dez municípios mais desenvolvidos do Nordeste. A partir de um ranking elaborado com base em estudo realizado pela Federação das Indústrias do Rio de Janeiro (Firjan), Imperatriz ocupa a sétima posição entre os municípios nordestinos e a 679ª em âmbito nacional.

Na escala de 0 a 1 do Índice Firjan, quanto mais perto da unidade melhor é a colocação da cidade. Imperatriz acumulou 0,7779 pontos atrás de Eusébio (CE), Sobral (CE), Fernando de Noronha (PE), Maracanaú (CE), Aquiraz (CE) e Teresina. Todavia, com sua pontuação ficou à frente das demais capitais do Nordeste, inclusive São Luís, 13ª no ranking regional e 898º no Brasil como um todo.

A pesquisa para elaborar o IFDM – Índice Firjan de Desenvolvimento Municipal - abrangeu 5.517 das 5.560 cidades do país e variáveis como educação, saúde e emprego e renda, em 2013.

Leia
 
<< Início < Anterior 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 Próximo > Fim >>

Página 5 de 26

A agência Prodetec é uma ferramenta voltada para divulgar artigos, estudos e pesquisas
sobre assuntos relacionados com o Nordeste

Imagine Comunicação Digital

Todos os direitos reservados. Reprodução do material permitida mediante citação da fonte.