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Estudos e pesquisas

ESTUDO MOSTRA MACEIÓ COMO A CAPITAL MENOS DESENVOLVIDA DO NORDESTE

Rio de Janeiro (Agência Prodetec) – De acordo com a última pesquisa da Federação das Indústrias do Rio de Janeiro (Firjan) sobre desenvolvimento municipal, Maceió foi classificada em último lugar entre as capitais do Nordeste, em segundo no Estado e em 1.889º no Brasil. O ranking foi liderado por Teresina, seguida de Recife e São Luís.

O índice Firjan de Desenvolvimento Municipal 2013 abrangeu 5.517 das 5.560 cidades brasileiras, sendo definido a partir da análise de três aspectos: educação, emprego e renda e saúde. Os escores variam de 0 a 1, com a seguinte classificação: 'alto estágio de desenvolvimento' para pontuação entre 0,8 e 1; 'desenvolvimento moderado' para índice de 0,6 a 0,8; 'desenvolvimento regular' para índice de 0,4 a 0; e 'baixo estágio de desenvolvimento' para pontuação de 0,0 a 0,4.

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DESENVOLVIMENTO MUNICIPAL. ESTUDO RATIFICA DIVISÃO ENTRE NORTE/NORDESTE E SUL/SUDESTE

Pesquisa abrange aspectos econômicos, educacionais e de saúde em 5.517 municípios brasileiros tendo como base o ano de 2013. Nela fica clara a divisão do país em termos de desenvolvimento municipal que continua concentrado no Sul e Sudeste, a ponto de apenas dois municípios nordestinos aparecerem no rol daqueles classificados como de "alto desenvolvimento" no país. No ranking dos 500 municípios mais desenvolvidos do país, somente quatro ou 0,8% são do Nordeste. A grande maioria (92,4%) está no Sul (36.6%) e no Sudeste (56%).

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AGÊNCIA PRODETEC ππ [JANEIRO 2016]

– Os dados da última pesquisa Firjan sobre desenvolvimento municipal reitera o panorama observado nos anos anteriores: a existência de dois brasis clarificada pelo fato de Norte e Nordeste terem a maioria absoluta de municipios classsificados como de desenvolvimento baixo ou regular enquanto no Sul e Sudeste preominam os de desenvolvimento alto ou moderdo.

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APENAS OITO MUNICíPIOS DO MARANHÃO TÊM PIB ACIMA DE R$ 1 BILHÃO EM 2013

Rio de Janeiro (Agência Prodetec) – Além da capital, apenas sete municípios do Maranhão acumularam renda superior a R$ 1 bilhão em 2013. No conjunto, eles representam 56,2% do Produto Interno Bruto maranhense, da ordem de R$ 67.593 milhões.

De acordo com os dados da pesquisa sobre contas nacionais do IBGE, divulgados recentemente, depois de São Luís (R$ 23.132 milhões), os maiores Produtos Interno Brutos do Maranhão são os de Imperatriz (R$ 5.039 milhões), Balsas (R$ 2.513 milhões), Santo Antonio dos Lopes (1.819 milhões), Açailândia (R$ 1.578 milhões), São Jose de Ribamar (R$ 1.365 milhões), Caxias (R$ 1.324 milhões), Timon (R$ 1.250 milhões).

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PIB DO NORDESTE REPLICA A ALTA CONCENTRAÇÃO OBSERVADA NO PAÍS

Os números divulgados pelo IBGE também registram muitas distorções em termos de geração de renda como a do município maranhense, cujo PIB per capita de R$ 128 mil em 2013, supera o de muitos países ricos.

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AGÊNCIA PRODETEC    ππ [DEZEMBRO 2015]

A concentração da renda existente no Brasil se repete em termos de Nordeste. De acordo com o IBGE, em 2013, o PIB dos sete maiores municípios brasileiros correspondeu a cerca de um quarto de todo o PIB nacional, embora tivessem apenas 13,8% da população. Um conjunto de 62 municípios compunha metade do PIB e 32,8% da população.

Na outra ponta, 1 388 municípios respondiam por 1% do PIB, concentrando somente 3,5% da população. da população. Nesta faixa, segundo o IBGE, se encontravam três quartos dos municípios do Piauí, três quintos dos da Paraíba, pouco mais da metade (53%) do Rio Grande do Norte.

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PRINCIPAIS LAVOURAS DO NORDESTE RENDERAM R$ 33,2 BILHÕES EM 2014

O valor bruto de produção da agricultura nordestina cresceu 8,1% em 2014 no comparativo com o ano anterior, mas a participação regional no conjunto do país ficou em apenas 13%. O desempenho pode ser considerado satisfatório à vista da continuidade das irregularidades climáticas em todo o Nordeste, desde 2012.

 Imagem BNB Relatório 2006.
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A fruticultura responde por boa parte do valor bruto de produção agrícola do Nordeste.

AGÊNCIA PRODETEC ππ [NOVEMBRO 2015]

O valor bruto da produção (VBP) das principais lavouras do Nordeste alcançou R$ 33,2 bilhões em 2014, pouco mais de 13% do total contabilizado pelo país como um todo (R$ 251,2 bi). No ano anterior, o VBP regional alcançou R$ 27,9 bilhões.

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AGRICULTURA. MUNICÍPIOS DO NORDESTE BRILHAM ENTRE OS MAIORES PIBs DO PAÍS

Impulsionados pela soja, milho e a fruticultura, no caso de Juazeiro, sete municípios nordestinos ficaram entre os maiores PIBs agrícolas do Brasil, em 2014, com destaque para São Desidério (BA), líder nacional da produção de algodão, e dono do maior faturamento (VBP) da agricultura nacional.

Imagem SLC Agrícola
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Lavoura da soja é a de maior valor produção da agricultura brasileira.

AGÊNCIA PRODETEC ππ [NOVEMBRO 2015]

Brasília (Agência Prodetec) – O município baiano de São Desidério voltou a se colocar no topo do ranking da agricultura brasileira com um valor bruto de produção (VBP) da ordem de R$ 2,3 bilhões, mais de R$ 100 milhões acima de Sorriso (MT), o segundo colocado.

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NORDESTE PERMANECE COMO LíDER NA PRODUÇÃO DE CAMARÃO NO PAÍS

Rio de Janeiro (Agência Prodetec) – A última pesquisa do IBGE sobre o desempenho da pecuária nos municípios mostra que a carcinicultura brasileira continua extremamente concentrada no Nordeste. A região respondeu por 99,3% de toda a produção do setor no país, o equivalente a 65.018 toneladas, aumento de 0,5% sobre a registrada em 2013 (64.669 toneladas).

Em termos de valores, a variação foi um pouco maior. A produção nacional de camarão proveniente dos viveiros totalizou R$ 793.567 mil em 2014 ante R$ 765.014 mil no ano anterior, acréscimo de 3,7%. Com a incorporação da renda proveniente da produção de larvas e pós-larvas, o segmento faturou R$ 896,7 milhões no ano passado (R$ 841,2 milhões em 2013).

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