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Estudos e pesquisas

NORDESTE. BANCO ITAÚ MOSTRA DESTAQUES DA ECONOMIA DO PIAUÍ

São Paulo (Agência Prodetec) – O Departamento de Pesquisa Macroeconômica do Banco Itaú Unibanco acaba de divulgar estudo a respeito do desempenho e perspectivas da economia piauiense. Com a segunda menor população do Nordeste e rendimento médio inferior à registrada no país, o Piauí apresenta, ainda, uma grande desigualdade de renda com índices acima da região.

Os técnicos responsáveis pela pesquisa indicam um crescimento médio real de 1% ao ano do PIB estadual entre 2015 e 2020. "A média abaixo dos anos anteriores está relacionada com a redução do ritmo de crescimento econômico do País nos próximos anos", afirmam eles.

Considerada a média 2008/2012, o PIB piauiense é concentrado no setor de serviços (74,5%), seguido pela indústria (17,7%) e agricultura (7,8%).

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BANCO CENTRAL JÁ SINALIZA QUEDA PARA A ECONOMIA DO NORDESTE

(Agência Prodetec) - Embora mantendo crescimento acima da média nacional, os resultados do trimestre encerrado em fevereiro já sinalizam para a desaceleração da economia nordestina. É o que revela o estudo de conjuntura regional divulgado pelo Banco Central na última sexta-feira (15), em São Paulo.
Mesmo com o bom desempenho dos setores de serviços e, sobretudo, da agropecuária, o indicador do Bacen para o Nordeste (IBCR-NE) ficou em -0,1% no trimestre findo em fevereiro comparativamente ao anterior, encerrado em novembro.

No conjunto das demais regiões, o Centro-Oeste apurou expansão de 0,4% ante 0,3% no Norte e 0,2% no Sudeste. Por sua vez, a economia do Sul recuou 1,4%, refletindo o processo de ajuste da economia brasileira como um todo que experimentou declínio de 0,6% no trimestre encerrado em fevereiro, quase o mesmo índice do trimestre anterior (0,7%).

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AQUICULTURA. NORDESTE RESPONDE POR 99% DA CRIAÇÃO DE CAMARÃO

A atividade continua concentrada na faixa litorânea dos estados do Ceará e Rio Grande do Norte, embora já apareçam na lista dos maiores produtores brasileiros municípios localizados no interior, caso de Jaguaruana (CE) e Mossoró (RN).

AGÊNCIA PRODETEC ΩΩ [março 2015]

Com grande expressão para a economia das regiões litorâneas do Nordeste, a carcinicultura brasileira conseguiu superar a crise da década passada e expande produção e mão de obra. Mas ainda está longe dos níveis de 2010, por exemplo, quando essa produção alcançou 80 mil toneladas , colocando o Brasil entre os 10 maiores produtores mundiais de camarão em cativeiro.

No Nordeste, responsável então por 95% da safra brasileira, os carcinicultores mudaram o sistema produtivo e focaram o mercado interno como alternativa de sobrevivência. O resultado é que o consumo per capita de camarão no Brasil subiu mais de cinco vezes na década passada.

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LAVA JATO AMEAÇA INVESTIMENTOS DE QUASE R$ 100 BILHÕES NO NORDESTE

Estudo realizado pela Federação das Indústrias do Rio de Janeiro informa que a deflagração e o desenrolar da Operação Lava Jato, ora conduzida pela Justiça Federal do Paraná, podem representar um grande impacto na continuidade de investimentos previstos para a infraestrutura e a indústria de petróleo e gás. No Nordeste, por exemplo, seriam afetados projetos como as refinaria Abreu e Lima, o estaleiro Atlântico Sul e a transposição do Rio São Francisco, no total de quase R$ 100 bilhões.

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Refinaria  Abreu e Lima, em Pernambuco.

AGÊNCIA PRODETEC - ΩΩ – Abril 2015

Rio de Janeiro – Os técnicos da área de economia da Federação das Indústrias do Rio de Janeiro (Firjan) fizeram as contas e chegaram à seguinte conclusão: investimentos da ordem de R$ 423,8 bilhões correm o risco de não serem efetivados em todo o país devido às complicações derivadas da Lava Jato, a operação cata corrupto conduzida pela Justiça Federal do Paraná.

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RESÍDUO DA INDÚSTRIA CALÇADISTA PODERÁ SER UTILIZADO NA ELABORAÇÃO DE ASFALTO

Campina Grande (Agência Prodetec) - A modelo famosa que desfila com a sandália da moda e atrai a atenção de consumidoras país afora talvez nem desconfie do passivo ambiental gerado pela confecção do produto. Mas é fato: materiais utilizados na indústria calçadista, a exemplo do polímero identificado pela sigla EVA (etileno acetato de vinila), acarretam poluição ambiental e apresentam resistência relativamente alta a agentes biológicos. E mais: podem causar sérios problemas quando descartados de forma inadequada, pois se trata de um resíduo classificado como perigoso (classe 1), por conter teores de zinco e de alumínio acima dos limites normativos.

Estima-se que um quinto do polímero usado na fabricação de calçado no Brasil é desperdiçado, o que equivalia a cerca de oito mil toneladas de aparas no final da década passada. Atualmente, esse total pode ser bem mais representativo já que a produção nacional de calçados alcança mais de 800 milhões de pares por ano.

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PISCICULTURA DO NORDESTE CRESCE, MAS TEM MUITOS DESAFIOS À FRENTE

A atividade está presente em cerca de 500 municípios dos nove estados nordestinos, sobretudo no Maranhão e Piauí (126). O faturamento foi de quase meio bilhão de reais, em 2013, tendo o Ceará a maior participação regional: 7,8% ou 30,6 mil toneladas do peixe criado no Brasil.

 Imagem: MPA-DF.
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Pescador em Jaguaribara (CE), capital brasileira da tilápia.   

 

A maioria dos estados nordestinos apresenta grande potencial para produção de camarão e peixe em cativeiro. Não lhes faltam áreas apropriadas para a atividade, em que se destacam um vasto litoral e cursos d'água relevantes, a exemplo dos rios São Francisco, Parnaíba, Jaguaribe, Mearim, Itapecuru, Paraguaçu, além de grandes barragens e açudes públicos e particulares.

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A INFLUÊNCIA DAS TRANSFERÊNCIAS DE RENDA NO ESTADO DE ALAGOAS

AGÊNCIA PRODETEC ΩΩ [ 30 JAN. 2015]

Maceió – As áreas objeto das transferências de recursos do Governo Federal, por intermédio das transferências constitucionais e de programas como o Bolsa Família (PBL), devem se esforçar para estimular a economia local e evitar ou minimizar o vazamento desses recursos para outras reguies sob a forma de importação líquida de bens e serviços.

Para tanto, é essencial fortalecer os elos entre os agentes econômicos presentes nas etapas de produção ou da prestação de serviços, abrangendo aspectos como governança, troca de conhecimento produtivo e a dinamização dos canais de comercialização. Sem isso, torna-se mais difícil assegurar o fator multiplicador dessa transferência direta de renda.

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