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NORDESTE IDENTIFICA ÁREAS VOCACIONADAS PARA ENGORDA DE BOVINOS

O Nordeste possui área considerável de 696 mil km² onde a recria/engorda a campo de bovinos apresenta competitividade, sendo que em 44% dela os indicadores de desempenho desse segmento superam os registrados em âmbito nacional. Em 140 municípios da área, a variação das taxas anuais de aumento do rebanho de engorda e das pastagens é duas vezes maior que a do Brasil. Em outros 256 municípios o potencial para a atividade é um pouco menor, mas igualmente representativo, significando que a Região tem como elevar a oferta de gado de corte e estimular a agroindústria de processamento da carne e beneficiamento do couro.

Ao longo dos últimos 20 anos, a população do Nordeste passou de 39 milhões para 51 milhões de habitantes e a renda per capita subiu de R$ 4,9 mil para R$ 5,9 mil, mas o rebanho bovino regional definhou bastante, afetado pelo deslocamento da pecuária para o Norte e o Centro-Oeste que hoje concentram 63% das 112 milhões de cabeças de gado de corte do Brasil.

Base principal da economia nordestina até metade do século passado, juntamente com o algodão, a pecuária nordestina viu a demanda por carne bovina crescer nas últimas décadas sem ser acompanhada pela oferta local do produto. O Nordeste estaria condenado a depender de outras regiões para o seu abastecimento ou, mesmo enfrentando problemas climáticos, poderia viabilizar atividades como a engorda a campo de forma competitiva?

Depois de analisar os dados do Censo Agropecuário de 2006, pesquisadores do Banco do Nordeste/ETENE respondem: parte considerável da região nordestina (696 mil km²) é propícia à atividade, e em quase metade dela (303.000 Km2) os indicadores de desempenho desse segmento superam com grande vantagem os registrados em âmbito nacional. Nessa área, formada por 140 municípios, a maioria localizada na Bahia e Maranhão, a variação das taxas anuais de aumento do rebanho de engorda e das pastagens é duas vezes maior que a do Brasil. Esse mesmo grupo de municípios, apesar de ter uma densidade de rebanho quase quatro vezes maior do que a nacional, apresenta taxa de lotação menor, significando que vêm utilizando mais racionalmente o seu suporte forrageiro. Nele se concentram 51% do rebanho de engorda do Nordeste (incluída partes de MG e ES), 42% das pastagens plantadas e 44% das pastagens em boas condições.

Outro conjunto de municípios (grupo 2), com área total de 392.000 Km2, é também vocacionado para a engorda de bovinos a campo, ostentando condições melhores do que a média nacional nos quesitos densidade, taxa de lotação e nível de especialização do rebanho, e desempenho inferior ao do País quanto ao crescimento do rebanho de engorda e de pastagens plantadas. Esse grupo responde por 27% do rebanho, 31% da pastagem plantada e 30% das pastagens plantadas em boas condições.

Juntos, os municípios integrantes desses grupos detêm 78% do rebanho de engorda regional, 73% das pastagens plantadas e 74% das pastagens plantadas em boas condições

Fronteira nova para negócios

O espaço identificado pelo levantamento do ETENE representa verdadeira fronteira nova no Nordeste para a engorda de bovinos a campo e para a agroindústria de processamento da carne e beneficiamento do couro.

Considerados os resultados obtidos para o Brasil e o Nordeste, exclusive norte de Minas e do Espírito Santo, a taxa de lotação é aproximadamente a mesma para ambos os espaços (1,35 e 1,38 UA/ha, respectivamente), mas o nível de especialização, medido pela relação rebanho de engorda/rebanho total, é menor no Nordeste (15,49) do que no Brasil (18,81). Entretanto, a taxa de crescimento do rebanho de engorda da região (4,92) supera largamente a nacional (2,13), o mesmo ocorrendo com o incremento da pastagem plantada (1,85 contra 0,18), considerado o decênio 1996/2006.

Esses dois últimos fatos sinalizam uma especialização dentro da pecuária de corte nordestina, explica o veterinário Nogueira Filho, um dos autores do trabalho juntamente com Francisco Raimundo Evangelista, Simone de Castro Brainer, Antônio Nogueira Filho e Valéria Falcão de Souza, todos pesquisadores do BNB-ETENE.

Tanto o primeiro quanto o segundo grupo de municípios podem se converter em foco de interesse das instituições de apoio ao agronegócio (financiamento, pesquisa, extensão, apoio à comercialização, organização dos produtores, defesa sanitária). No caso do grupo 2, seria importante gerar programas e ações específicas, com a participação de governos e iniciativa privada, visando equiparar seu desempenho ao do primeiro grupo e até mesmo superar os indicadores ali já observados.

Estados especializados

A zona abrangida pelo grupo 1 detém 51% do rebanho de engorda do Nordeste (incluída partes de MG e ES), 42% das pastagens plantadas e 44% das pastagens em boas condições. Já o grupo 2 responde por 27% do rebanho, 31% da pastagem plantada e 30% das pastagens plantadas em boas condições. Juntos, os municípios integrantes desses grupos detêm 78% do rebanho de engorda regional, 73% das pastagens plantadas e 74% das pastagens plantadas em boas condições.

O trabalho realizado pelo ETENE relaciona os municípios onde é maior a vocação para a atividade de engorda a campo, incluindo também as áreas de Minas Gerais e Espírito Santo sob jurisdição do Banco do Nordeste (no box 1). Bahia, Maranhão, Minas Gerais e Espírito Santo são os estados especializados na engorda bovina a campo, concentrando 92% dos 140 municípios do grupo 1, cujo rebanho de engorda totalizava 2.517 mil cabeças, em 2006, e 75% do grupo 2 (256 municípios, rebanho de 1.338 mil cabeças na mesma data).

Essa área abrange principalmente regiões do Maranhão (60 municípios) próximas à Amazônia, o Sul e a parte além São Francisco da Bahia (184 municípios), norte do Espírito Santo (18 municípios), norte de Minas (60 municípios), do Piauí (7 municípios), bem assim algumas regiões do Agreste e Zona da Mata de Alagoas (21 municípios), Sergipe (27 municípios), Paraíba (5 municípios), Pernambuco (11 municípios) e Rio Grande do Norte (3). Ou seja, está circunscrita às zonas que contornam o semiárido, onde o problema da irregularidade de chuvas se reflete diretamente na existência de pastagens com a quantidade e a qualidade necessárias para a engorda de bovinos a campo.

954 Municípios estudados

Na metodologia de trabalho, o ordenamento dos municípios foi feito segundo variáveis escolhidas, sendo listados com base na soma das diversas posições alcançadas em cada variável indicadora de nível ou de tendência. Após a ordenação, os municípios foram agrupados de acordo com o escore final para o estabelecimento de "áreas homogêneas" conforme a sua dispersão em torno da média.

A taxa de lotação mostra se há alimento disponível (ou não) para o total de animais criados, tendo sido usado procedimento conservador no calculo, ou seja, apenas a área com pastagem plantada.

O escore final de cada município foi conseguido a partir da atribuição de pesos específicos para cada variável escolhida: rebanho de engorda (peso 4), densidade do rebanho (peso 3), pastagem plantada (peso 2), percentual de pastagens em boas condições (2), taxa de lotação (3) e taxas geométricas anuais de crescimento do rebanho (1) e pastagem (1) no intervalo 1995/96-2006.

Áreas vocacionadas

De um total de 1.955 municípios de 11 estados (9 do Nordeste, mais regiões norte de Minas e Espírito Santo) foram estudados 954, aqueles com rebanho de engorda acima de mil cabeças, distribuídos em quatro diferentes grupos, conforme o seu potencial (com pontuação variando de 16, para o município classificado em ultimo lugar, a 15.126 para o primeiro colocado em todos os critérios):

a) grupo 1 – 140 municípios cuja pontuação situou-se acima da pontuação média do Nordeste mais um desvio-padrão (pontuação do município ≥ média + σ);

b) grupo 2 – 256 municípios cuja pontuação situou-se entre a pontuação média do Nordeste e essa média mais um desvio-padrão; (média < pontuação do município < média + σ);

c) grupo 3 – 222 municípios cuja pontuação situou-se entre a média menos um desvio-padrão e a própria média (média - σ ≤ pontuação do município < média);

d) grupo 4 – 146 municípios com pontuação abaixo da média menos um desvio padrão (pontuação do município < média - σ).

Em termos de densidade do rebanho, utilização do suporte forrageiro e nível de especialização, os Grupos 1 e 2 apresentam números melhores do que a Região como um todo. Entretanto, em relação às taxas de crescimento do rebanho de engorda e da pastagem plantada, somente o Grupo 1 consegue superar (com grande vantagem) as médias regionais. Nos municípios dos Grupos 2 e 3, essas variáveis cresceram, mas abaixo da média regional.

Na falta de um indicador apropriado, a relação animais/habitante dá uma idéia da oferta de carne nos Grupos e nos estados. Nesse tocante, somente os Grupos 1 e 2 têm superado a média regional e apenas o Grupo 1 superou o crescimento regional na "oferta" de carne.

Do ponto de vista dos estados, destaca-se o acentuado crescimento da "oferta" no Maranhão, a uma média de 8,3% a.a. O rebanho de corte da Bahia cresceu a uma média anual de 3,6% no período 1996/2006, a segunda melhor taxa regional, logo após o Maranhão e um pouco acima da média regional (3,3%). Nesse mesmo intervalo, o rebanho de engorda estadual passou de 1.094 mil cabeças para 1.727 mil, enquanto a relação rebanho de engorda/população evoluiu de 0,09 para 0,12. Os demais estados apresentaram desempenho inferior à média regional entre 1996 e 2006.

ENGORDA DE BOVINOS: MAPEAMENTO DOS MUNICÍPIOS

Grupo 1

ALAGOAS: Campo Grande; Maribondo; Santana do Mundaú; São Sebastião; União dos Palmares.

BAHIA: Acajutiba; Angical; Araci; Baianópolis; Baixa Grande; Boa Vista do Tupim; Brejolândia; Caatiba; Canavieiras; Candeal; Cansanção; Castro Alves; Coaraci; Conceição do Coité; Elísio Medrado; Gavião; Guaratinga; Iaçu; Ibicuí; Ipirá; Itaberaba; Itagibá; Itagimirim; Itaju do Colônia; Itamaraju; Itanhém; Itapebi; Itapetinga; Itarantim; Itororó; Iuiú; Jucuruçu; Maiquinique; Mairi; Manoel Vitorino; Marcionílio Souza; Medeiros Neto; Mundo Novo; Muquém de São Francisco; Nova Canaã; Nova Redenção; Potiraguá; Prado; Queimadas; Rafael Jambeiro; Riachão do Jacuípe; Ribeirão do Largo; Ruy Barbosa; Santa Cruz Cabrália; Santaluz; Santana; Santanópolis; Serra Preta; Tanquinho; Teixeira de Freitas; Wanderley.

MARANHÃO: Açailândia; Altamira do Maranhão; Alto Alegre do Maranhão; Alto Alegre do Pindaré; Amapá do Maranhão; Amarante do Maranhão; Araguanã; Arame; Bacabal; Barra do Corda; Boa Vista do Gurupi; Bom Jardim; Bom Jesus das Selvas; Bom Lugar; Brejo de Areia; Buriticupu; Buritirana; Campestre do Maranhão; Cândido Mendes; Capinzal do Norte; Carutapera; Centro do Guilherme; Centro Novo do Maranhão; Cidelândia; Codó; Davinópolis; Estreito; Fernando Falcão; Formosa da Serra Negra; Governador Edison Lobão; Governador Luiz Rocha; Governador Newton Bello; Governador Nunes Freire; Grajaú; Imperatriz; Itaipava do Grajaú; Itinga do Maranhão; Jenipapo dos Vieiras; João Lisboa; Junco do Maranhão; Lago da Pedra; Lago do Junco; Lago dos Rodrigues; Lago Verde; Lagoa do Mato; Lagoa Grande do Maranhão; Lajeado Novo; Maracaçumé; Marajá do Sena; Maranhãozinho; Matões do Norte; Miranda do Norte; Monção; Montes Altos; Nova Olinda do Maranhão; Olho D'água das Cunhãs; Parnarama; Passagem Franca; Paulo Ramos; Peritoró; Pindaré-Mirim; Pio XII; Porto Franco; Presidente Dutra; Presidente Médici; Ribamar Fiquene; Santa Filomena do Maranhão; Santa Inês; Santa Luzia; São Domingos do Maranhão; São Francisco do Brejão; São João do Carú; São João do Paraíso; São José dos Basílios; São Luís Gonzaga do Maranhão; São Pedro da Água Branca; Satubinha; Senador La Rocque; Tufilândia; Tuntum; Turiaçu; Turilândia; Vila Nova dos Martírios; Vitorino Freire; Zé Doca.

PERNAMBUCO: Correntes.?

PIAUÍ: Corrente; Santa Cruz dos Milagres.

SERGIPE: Cumbe; Nossa Senhora das Dores; Siriri.

MINAS GERAIS: Águas Formosas; Ataléia; Bertópolis; Capitão Enéas; Carlos Chagas; Coração de Jesus; Crisólita; Francisco Dumont; Franciscópolis; Itacarambi; Jacinto; Janaúba; Jequitinhonha; Joaíma; Jordânia; Juvenília; Lassance; Machacalis; Malacacheta; Manga; Miravânia; Monte Formoso; Montes Claros; Nanuque; Novo Oriente de Minas; Pescador; Riachinho; Rubim; Salto da Divisa; Santa Fé de Minas; Santa Helena de Minas; São João da Lagoa; São João da Ponte; São João das Missões; São João do Pacuí; Setubinha; Teófilo Otoni; Várzea da Palma; Verdelândia.

ESPÍRITO SANTO: Barra de São Francisco; Colatina; Ecoporanga; Governador Lindenberg; Linhares; Montanha; Mucurici; Nova Venécia; Pedro Canário; Pinheiros; Ponto Belo; São Mateus; Sooretama; Vila Valério.

Grupo 2

ALAGOAS: Arapiraca; Belém; Branquinha; Chã Preta; Igaci; Igreja Nova; Joaquim Gomes; Mar Vermelho; Matriz de Camaragibe; Murici; Palmeira dos Índios; Paulo Jacinto; Pindoba; Porto Real do Colégio; Quebrangulo; Viçosa.

BAHIA: Aiquara; Almadina; Amargosa; Amélia Rodrigues; Andaraí; Anguera; Antônio Cardoso; Antônio Gonçalves; Aporá; Araças; Aurelino Leal; Barra do Choça; Barreiras; Barrocas; Belmonte; Biritinga; Boa Nova; Bom Jesus da Lapa; Brejões; Cabaceiras do Paraguaçu; Caém; Camacan; Capela do Alto Alegre; Capim Grosso; Caravelas; Cardeal da Silva; Carinhanha; Cícero Dantas; Cocos; Conceição do Almeida; Conde; Coração de Maria; Coribe; Correntina; Cotegipe; Crisópolis; Cristópolis; Dário Meira; Encruzilhada; Entre Rios; Euclides da Cunha; Eunápolis; Feira da Mata; Feira de Santana; Filadélfia; Firmino Alves; Floresta Azul; Formosa do Rio Preto; Gongogi; Guanambi; Heliópolis; Ibiquera; Ibirapuã; Iguaí; Inhambupe; Irajuba; Iramaia; Itabela; Itabuna; Itaeté; Itambé; Itapé; Itapicuru; Itapitanga;

Itaquara; Itiúba; Jaborandi; Jacobina; Jaguaquara; Jandaíra; Jeremoabo; Jussari; Laje; Lajedão; Luís Eduardo Magalhães; Macajuba; Macarani; Malhada; Maracás; Mascote; Miguel Calmon; Monte Santo; Mucuri; Muniz Ferreira; Nova Itarana; Palmas de Monte Alto; Pau Brasil; Pé de Serra; Pedro Alexandre; Pintadas; Piritiba; Planaltino; Planalto; Porto Seguro; Presidente Tancredo Neves; Quijingue; Riachão das Neves; Riacho de Santana; Rio Real; Santa Cruz da Vitória; Santa Inês; Santa Luzia; Santa Rita de Cássia; São Desidério; São Felipe; São Félix do Coribe; São Francisco do Conde; São Miguel das Matas; São Sebastião do Passé; Sátiro Dias; Saúde; Sebastião Laranjeiras; Senhor do Bonfim; Serra do Ramalho; Serra Dourada.

Serrinha; Sítio do Mato; Sítio do Quinto; Tabocas do Brejo Velho; Tanhaçu; Tapiramutá; Teodoro Sampaio; Terra Nova; Ubaíra; Várzea da Roça; Várzea do Poço; Varzedo; Vereda; Vitória da Conquista.

MARANHÃO: Arari; Balsas; Bela Vista do Maranhão; Bernardo do Mearim; Buriti Bravo; Carolina; Caxias; Colinas; Conceição do Lago-Açu; Dom Pedro; Esperantinópolis; Feira Nova do Maranhão; Fortaleza dos Nogueiras; Governador Archer; Governador Eugênio Barros; Graça Aranha; Igarapé do Meio; Igarapé Grande; Jatobá; Joselândia; Loreto; Matões; Nova Colinas; Olinda Nova do Maranhão; Pastos Bons; Pedro do Rosário; Pinheiro; Poção de Pedras; Presidente Sarney; Riachão; Santo Antônio dos Lopes; São Domingos do Azeitão; São João do Soter; São Pedro dos Crentes; São Raimundo do Doca Bezerra; São Roberto; Senador Alexandre Costa; Sítio Novo; Viana; Vitória do Mearim.

PB: Capim; Cuité de Mamanguape; Curral de Cima; Itabaiana; Mamanguape; Mari.

PE: Agrestina; Água Preta; Brejão; Canhotinho; Lagoa do Carro; Palmeirina; Quipapá; Sairé.

PI: Cristalândia do Piauí; Monte Alegre do Piauí; Parnaguá; Porto Alegre do Piauí; Santa Luz; Sebastião Leal; Uruçuí.

RN: Santo Antônio; São Gonçalo do Amarante; Taipu.

SE: Aquidabã; Boquim; Campo do Brito; Capela; Carira; Carmópolis; Cristinápolis; Divina Pastora; Estância; Feira Nova; Frei Paulo; Gracho Cardoso; Itabaianinha; Japoatã; Lagarto; Nossa Senhora Aparecida; Riachão do Dantas; Ribeirópolis; Salgado; São Miguel do Aleixo; Simão Dias; Telha; Tobias Barreto; Tomar do Geru.

MINAS: Almenara; Arinos; Bandeira; Bocaiúva; Brasília de Minas; Buritizeiro; Cachoeira de Pajeú; Campo Azul; Chapada Gaúcha; Claro dos Poções; Coronel Murta; Engenheiro Navarro; Felisburgo; Francisco Sá; Frei Gaspar; Fruta de Leite; Glaucilândia; Guaraciama; Itambacuri; Itinga; Jaíba; Japonvar; Jequitaí; Juramento; Ladainha; Luislândia; Matias Cardoso; Montalvânia; Nova Porteirinha; Novorizonte; Olhos-D'água; Pai Pedro; Palmópolis; Pavão; Pedra Azul; Pintópolis; Pirapora; Ponto Chique; Ponto dos Volantes; Porteirinha; Rio do Prado; Rubelita; Salinas; Santa Cruz de Salinas; Santo Antônio do Jacinto; São Francisco; Serra dos Aimorés; Serranópolis de Minas; Ubaí.

ES: Águia Branca; Baixo Guandu; Boa Esperança; Jaguaré; Pancas; Rio Bananal; São Domingos do Norte; São Gabriel da Palha.

Para saber mais: contatar pesquisadores através do fone 2299.3033 (ETENE)

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