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COM AUMENTO CONTÍNUO, POTENCIAL DE CONSUMO DO NORDESTE CHEGA A R$ 636 BI

AGÊNCIA PRODETEC Ω [ABRIL 2014]

São Paulo (Agência Prodetec) – A editora IPC Marketing acaba de lançar a sua mais nova versão sobre o potencial de consumo dos brasileiros, abrangendo dados dos 5.570 municípios do país. Conforme o estudo, a fatia do Nordeste nesse mapa se apresenta recorde, em 2014, com participação de 19,5% do conjunto nacional, ante 49,2% do Sudeste, 16,8% do Sul, 8,5% do Centro-Oeste e 6% do Norte.

Em termos de valores, o consumo estimado para o mercado do Nordeste deve atingir R$ 636,1 bilhões ante R$ 3.262 bilhões no país como um todo. A estimativa para o Sudeste é da ordem de R$ 1.605 bilhões contra R$ 548 bilhões do Sul, R$ 277,3 bilhões do Centro-Oeste e R$ 195,7 bilhões do Norte.

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Expansão e feição

Em relação a 2013, a estimativa de aumento do consumo no Nordeste foi a mais elevada entre as demais regiões, alcançando 16,6%.

Tanto no Nordeste quanto no país, o mapa do consumo tem feição preponderantemente urbana e se apresenta mais forte no interior do que nas capitais, consequência do processo de interiorização do desenvolvimento. Segundo a IPC, o consumo no interior situa-se em volta de 32,9% contra 32,3% das 27 capitais.

Ele mostra outra particularidade: a perda de posição do Sudeste para o Nordeste, que apresenta crescimento constante no consumo nos últimos anos.

Distribuição espacial

Os estados da Bahia, Pernambuco e Ceará que concentram as maiores economias e populações do Nordeste também respondem pela maior parcela do consumo estimado para 2014.

A maior presença refere-se ao mercado baiano, sexto lugar do país, com participação de 5,49%, o que corresponde a um potencial de consumo da ordem de R$ 179,2 bilhões.

Pernambuco aparece em seguida, com participação de 3,44% e R$ 112,5 bilhões, tendo deslocado o estado de Goiás da oitava posição em âmbito nacional.

O mercado cearense, por sua vez, responderia por 2,96% do potencial de consumo do país, com R$ 96,6 bilhões.

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Ranking municipal

De acordo com a pesquisa, dos 50 municípios brasileiros de maior peso no ranking de consumo do país (42,6% do total) apenas Salvador, Fortaleza e Recife aparecem entre os dez primeiros. Esse pelotão é liderado por São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília e Belo Horizonte.

No ranking dos 50 maiores municípios brasileiros em consumo potencial, além das capitais da Bahia, do Ceará e de Pernambuco, foram indicadas, ainda, pela ordem: São Luis, Maceió, Natal, Aracaju, João Pessoa, Teresina e Feira de Santana.

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Sobre a pesquisa

> A cifra de R$ 223,7 bilhões corresponde à participação de consumo da população residente na zona rural.
> As despesas das famílias devem superar a expansão do PIB.
> O aumento populacional estimado foi de 0,83%, para 203 milhões de pessoas (51% de mulheres contra 49% de homens).
> A população urbana deve responder por 84,8%, indicando um consumo urbano per capita anual de R$ 17.680,11.
> O consumo da população residente na área rural chegará a R$ 223,7 bilhões, participando em 5,2% da economia nacional.
> O consumo do País é puxado pela classe média (classe B, 19,4 milhões de domicílios urbanos) que responderá por 50,8% ou R$ 1,55 trilhão de tudo o que é consumido no mercado brasileiro.
> A classe emergente (46,9% dos domicílios brasileiros, o equivalente a 26,02 milhões de lares) responde por 26% do consumo do país ou R$ 790 bilhões – R$ 782,5 bilhões em 2013.
> A chamada classe A apresenta expansão de gastos em 2014, alcançando R$ 593,1 bilhões, participando com 19,5% de consumo embora represente apenas 5,1% (ou 2,8 milhões) de domicílios. Em 2013, a participação ficou em 19,3% ou R$ 539,6 bilhões.
> Na base da pirâmide (classes D e E), verificou-se, no biênio 2013/14, redução no total de domicílios (de 14,7% para 12,7%) e no nível de consumo (R$ 120,3 bilhões para R$ 110,4 bilhões).
> Os itens básicos lideram o consumo, como manutenção do lar 25,4% (aluguéis, impostos, luz, água, gás); alimentação, 16,6%; saúde, medicamentos, higiene pessoal e limpeza, 8,5%%; transportes 7,5%; materiais de construção, 5,2%; vestuário e calçados, 4,7%;
> O consumo com recreação e viagens atinge 3,5% contra 2,5% com educação e 2,1% com eletrônicos-equipamentos e 1,8% com móveis e artigos do lar.

Para saber mais acesse o site: www.ipcbr.com

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