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NORDESTE EXPORTAÇÃO. DOBRA O DÉFICIT DA BALANÇA COMERCIAL DO CEARÁ

Brasília, 10 Set.2013 (Agência Prodetec) – O déficit da balança comercial do Ceará mais do que dobrou entre o primeiro semestre de 2013 e o de 2012. Foi o maior crescimento do Brasil, atrás apenas de Sergipe. A explicação é que as exportações cearenses, assim como as do Nordeste em geral, recuaram nos seus primeiros meses deste ano.

O saldo negativo da pauta cearense alcançou 1.200 milhões no acumulado janeiro-junho, ante US$ 535 milhões no mesmo período de 2012.

As exportações do Ceará somaram US$ 542,2 milhões no primeiro semestre deste ano, 11% a menos que no mesmo intervalo de 2012 (US$ 614,5 milhões).

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EXPORTAÇÕES NORDESTE. VENDAS DE CASTANHA PERDEM ESPAÇO NA PAUTA

Fortaleza, 10 Set.2013 (Agência Prodetec) - As exportações nordestinas de castanha de caju nos seis primeiros meses de 2013 somaram Us$ 68,7 milhões, registrando queda de 38,3% sobre os valores obtidos no mesmo período de 2012. O total representa apenas 0,9% do que o Nordeste exportou período, colocando-se no 22º lugar dentre os produtos vendidos pela região no mercado internacional.

No primeiro trimestre do ano passado, o montante exportado alcançou US$ 111,4 milhões, equivalentes a 1,2% de toda a pauta regional. As exportações do produto decrescem desde 2009. Nos últimos dois anos, passaram de US$ 226,6 milhões, em 2011, para US$ 185,6 milhões, em 2012.

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EXPORTAÇÃO CAI E AUMENTA EM 82% DÉFICIT DA BALANÇA COMERCIAL DO NORDESTE

Brasília, 10 Set.2013 (Agência Prodetec) – Uma boa parte do déficit acumulado pela balança comercial brasileira teve origem no Nordeste. A região, historicamente superavitária em suas trocas com o mercado internacional, hoje contribui para o saldo negativo observado no país.

No primeiro semestre de 2013, o déficit regional somou US$ 6.538 milhões, aumento de 82% sobre o mesmo período do ano passado quando atingiu US$ 3.585 milhões. Em âmbito nacional, o saldo também foi negativo, cerca de US$ 3,1 bilhões.

Esse quadro na região resulta de vendas externas da ordem de US$ 7.701 milhões e compras no montante de US$ 14.239 milhões entre janeiro e junho. No mesmo período de 2012, as exportações alcançaram US$ 9.130 milhões contra US$ 10.785 milhões de importações.

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NORDESTE REDUZ EXPORTAÇÃO PARA MERCADO COMUM EUROPEU

Brasília, 30 Jul.2013 (Agência Prodetec) – Embora continue como principal parceiro entre os blocos econômicos, a União Europeia registrou a maior queda entre os destinos das exportações do Nordeste no primeiro semestre de 2013. Segundo os dados divulgados pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) a redução foi de 29,7%, totalizando US$ 1.848 milhões.
No mesmo período do ano passado, as vendas alcançaram US$ 2.623 milhões. Com isso, a participação da UE no total exportado pelo Nordeste baixou de 28,7% para 23,9% no intervalo. Os maiores parceiros foram Holanda, Espanha e Alemanha.

Em relação aos demais blocos, as exportações para a Ásia (exclusive Oriente Médio) alcançaram US$ 1.626 milhões, com participação de 21,1%. O aumento foi de 1,4% sobre o primeiro semestre de 2012 (US$ 1.602 milhões, participação de 17,5%). A China continua, disparada, como o grande parceiro nordestino.

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NORDESTE EXPORTAÇÃO: PERFIL CONTINUA CONCENTRADO EM POUCAS EMPRESAS

Brasília, 30 Jul. 2013 (Agência Prodetec) – De acordo com os dados do primeiro semestre sobre as exportações do Nordeste, divulgados pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio (MDIC), houve poucas alterações no ranking dos maiores exportadores da região entre o primeiro semestre deste ano e o de 2012.

Os 40 maiores grupos responderam por três quartos das vendas externas do Nordeste, dos quais dez, apenas, concentram 49% das divisas obtidas pela região. As maiores participações foram da Braskem, Petrobras, Bahia Sul Celulose e Paranapanema, todas com vendas acima de US$ 430 milhões.

O pior desempenho do semestre ficou com a Petrobras com vendas de US$ 631 milhões, 43,8% menores que as observadas no mesmo período de 2012 (US$ 1.124 milhões). Com isso e excluídas os US$ 51,9 milhões conseguidos pela Petrobras Distribuidora (considerada empresa à parte), a estatal perdeu a primeira posição no ranking para a Braskem, cujas vendas somaram US$ 642 milhões, aumento de 13,1% sobre o primeiro semestre do ano passado.

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