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EXPORTAÇÃO DO NORDESTE É CONCENTRADA EM 4 ESTADOS

Fortaleza, 10 Abr.2009 (Agência Prodetec) – O ranking dos estados exportadores do Nordeste não sofreu alteração em 2008. Bahia e Maranhão continuam liderando, seguidos de Ceará e Pernambuco. Esses quatro estados respondem por 90% das vendas da Região no exterior, com destaque para a Bahia com mais da metade do volume.

No ano passado, pela primeira vez nos últimos cinco anos, a balança comercial nordestina apresentou déficit, no valor de US$ 272 milhões, diferença entre exportações de US$ 15.452 milhões e importações de US$ 15.724 milhões.

O incremento maior das importações regionais ocorreu a partir de meados de 2005 até agosto de 2008, intervalo caracterizado por uma intensa apreciação do real. Comparando-se todo o ano de 2008 com 2007, o aumento das importações alcançou 33,5% ante 18,1% das exportações.

As informações constam da última edição da revista Conjuntura Econômica, editada pelo BNB/ETNE e já disponível no endereço: http://www.bnb.gov.br/projwebren/Exec/rcePDF.aspx?cd_rce=21). Conforme a publicação, as vendas do Nordeste permanecem concentradas no segmento de insumos industriais, sendo inexpressiva a participação de bens de capital, apenas 1% do total.

A participação mais proeminente é a da Bahia: com base nos dados disponíveis até novembro, o Estado respondia por 57,2% das exportações nordestinas, seguindo-se Maranhão (18,2%), Ceará (8,1%), Pernambuco (6%), Alagoas (5,4%), Rio Grande do Norte (2.2%), Paraíba (1,4%), Sergipe (0,7%) e Piauí (0,8%).

Os produtos mais vendidos pelo Nordeste até nov./08 foram os seguintes: combustíveis e óleos minerais (US$ 1.312 milhões); pastas de madeiras/celulose (US$ 1.266 milhões); ferro e aço (US$ 1.096 milhões); produtos químicos orgânicos (US$ 998 milhões); sementes e grãos (US$ 864 milhões); cobre (US$ 854 milhões); açúcares e produtos de confeitaria (US$ 846 milhões); frutas (US$ 666 milhões); veículos (US$ 637 milhões); minérios, escórias e cinzas (US$ 635 milhões); alumínio e suas obras (US$ 631 milhões); calçados, polainas e suas partes (US$ 497 milhões); plásticos e suas obras (US$ 301 milhões) e peles, exceto a peleteria, e couros (US$ 284 milhões).

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