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NORDESTE. DÉFICIT DA BALANÇA COMERCIAL DO MARANHÃO JÁ DURA SETE ANOS SEGUIDOS

Brasília, 30 Nov.2013 (Agência Prodetec) - A balança comercial do Maranhão entrou no seu sétimo ano seguido de déficit. O saldo negativo se arrasta desde 2006 e fechou outubro com US$ 3.758,2 milhões, equivalentes a 38,5% de todo o déficit do Nordeste entre janeiro e outubro de 2013.

As exportações maranhenses no período somaram US$ 2.031,6 milhões, queda de 25% sobre igual intervalo de 2012 quando alcançaram US$ 2.698,9 milhões. Por sua vez, as importações foram da ordem de US$ 5.789,8 milhões, alta de 5,2% ante a posição de outubro de 2012.

Entre os estados nordestinos, o desequilíbrio da balança maranhense perdeu apenas para Pernambuco, com US$ 5.072,4 milhões. Saldo no caso da Bahia e de Alagoas, nos demais estados o panorama também foi de déficit, embora em menor escala: Ceará (US$ 1.785 milhões), Paraíba (US$ 416,6 milhões), Sergipe (US$ 186,5 milhões), Rio Grande do Norte (R$ 46 milhões) e Piauí (US$ 13,3 milhões).

Combustíveis e lubrificantes

A exemplo do Nordeste como um todo, o item 'combustíveis e lubrificantes' foi o que mais impactou o saldo negativo da balança comercial maranhense.

Para US$ 554 milhões referentes a bens de capital, US$ 635,3 milhões a bens intermediários e US$ 91,2 milhões a bens de consumo, o Maranhão importou 4.509 milhões em óleos, gasolina, querosene de aviação e álcool quase 80% das compras feitas pelo estado no exterior.

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