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NORDESTE EXPORTAÇÕES: ALPARGATAS RESPONDE POR 43% DAS VENDAS EXTERNAS DA PARAÍBA

João Pessoa, Mar.2013 (Agência Prodetec) – Com o crescimento de 30% durante 2012, as exportações realizadas pela Alpargatas na Paraíba alcançaram 43% de todo o comércio externo do Estado (US$ 243,3 milhões).

As vendas do grupo alcançaram US$ 104,6 milhões, colocando-o no primeiro lugar dentre as maiores empresas exportadoras paraibanas. Na segunda posição, distante, se encontra o grupo Tavares de Melo, que atua no setor de açúcar e álcool. Suas exportações somaram US$ 23,8 milhões, apenas 9,8% da pauta estadual.

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NORDESTE EXPORTAÇÕES: TRÊS GRUPOS APENAS CONCENTRAM 40% DAS VENDAS MARANHENSES

São Luís, Fev.2013 (Agência Prodetec) – As exportações do Maranhão continuam concentradas em termos de produtos e empresas. As áreas de mineração e grãos dominam amplamente o setor no Estado, sendo que três grupos apenas (Vale, Bunge e Alcoa) responderam por 40% das divisas obtidas pelo Maranhão em 2012 (US$ 3,2 bilhões).

Embora tenha perdido participação no total estadual entre 2011 e 2012 (de 27,3% para 17,5%), a Vale permaneceu como a maior exportadora do Maranhão, com vendas da ordem de US$ 530,5 milhões, em 2012, ante US$ 832,6 milhões no ano anterior, queda de 36,2%.

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NORDESTE EXPORTAÇÕES: GRENDENE LIDERA VENDAS EXTERNAS DO CEARÁ

Fortaleza, Fev.2013 (Agência Prodetec) – Embora não conste na lista das 20 maiores empresas exportadoras do Nordeste, a Grendene repetiu no ano passado sua posição como a maior exportadora do Ceará.

As vendas da indústria de calçados localizada em Sobral, norte do Ceará, atingiram US$ 181,8 milhões ante US$ 158,1 milhões, em 2011. O crescimento foi de 15%, quatro pontos percentuais acima da segunda colocada, Cascavel Couros Ltda., cujo movimento somou US$ 163,5 milhões.

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ENERGIA NORDESTE: R$ 2,4 BILHÕES PARA NOVAS LINHAS DE TRANSMISSÃO ATÉ 2017

Rio de Janeiro, 15.mar.2013 (Agência Prodetec) - O Nordeste deverá receber cerca de R$ 2,4 bilhões para novos projetos de transmissão de energia entre 2013 e 2017. É o que anuncia a Empresa de Pesquisa Energética (EPE) em seu Programa de Expansão da Transmissão que contempla a construção de 2.418 quilômetros de linhas e cinco subestações na região durante o período.

Esses investimentos previstos para os estados do Nordeste representam menos de um quinto do total nacional, estimado em R$ 14,6 bilhões, e cerca de 60% das inversões programadas no sistema de transmissão ligado à Usina de Belo Monte (R$ 4 bilhões).

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FRUTICULTURA NORDESTE: CRISE REDUZ VENDA DE FRUTA FRESCA, MAS NÃO A DE SUCOS CONGELADOS

Brasília, Fev.2013 (Agência Prodetec) – De acordo com dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio, o Nordeste e o Brasil como um todo registraram redução nas exportações de frutas frescas, ano passado.

As receitas globais caíram 2,2% em relação a 2011, para US$ 619 milhões, consequência da crise econômica internacional e a queda de renda em muitos países consumidores. Boa parte desse montante originou-se das vendas realizadas pelo Nordeste, com cinco produtos: melão, manga, uva, banana e melancia.

De acordo com o MDIC, esse agrupamento garantiu divisas da ordem de US$ 419,7 milhões para o Nordeste, em 2012. Os destaques foram para o melão, com US$ 134 milhões, aumento de 4,4%; manga, com US$ 123,6 milhões, queda de 3,8% e uva, com US$ 121,7 milhões, queda de 10,2% em relação a 2011.

As exportações de bananas e melancias somaram US$ 23,3 milhões e US$ 17 milhões, respectivamente. A melancia acusou queda de 11,9% nas vendas, não havendo registros para a banana.

Sucos congelados

No caso da exportação de suco e sumo congelados de frutas, o Nordeste experimentou desempenho muito bom diante da situação de crise vigente no mercado internacional, sobretudo na União Europeia.

O suco de laranja, cuja comercialização é basicamente originada de Sergipe, somou receitas da ordem de US$ 83 milhões, em 2012, acréscimo de 31,2% sobre as registradas em 2011. O capítulo referente a sucos (sumo) de outras frutas totalizou US$ 64,8 milhões, não tendo se registrado exportações da espécie em 2011.

Conforme o Instituto Brasileiro de Frutas, três países da União Europeia foram os maiores importadores de frutas frescas do Brasil: Holanda, Reino Unido e Espanha.

Segundo o IBRAF, a fruticultura brasileira ocupa hoje uma área de 2,2 milhões de hectares, produzindo 43,6 milhões de toneladas, com destaque para laranja, banana, abacaxi e melancia. O valor bruto de produção do setor alcançou R$ 22,3 bilhões em 2011.

 
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