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INDÚSTRIA DO NORDESTE CRESCE, APESAR DA CRISE NAS ÁREAS TÊXTIL E DE VESTUÁRIO

(Agência Prodetec) – Ao contrário do panorama nacional, o primeiro semestre de 2012 assinalou crescimento da indústria nordestina, embora setores intensivos em mão de obra, como os de têxteis e vestuário, continuem apresentando resultados desfavoráveis. No acumulado janeiro-maio a expansão da produção física foi de 2,4% comparativamente a período idêntico de 2011. Em maio, 7 dos 11 segmentos pesquisados pelo IBGE observaram retração, especialmente o têxtil (-12,5%) e o de metalurgia básica (-6,8%).

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INCENTIVAR CRÉDITO PARA CRESCER PARECE FÓRMULA JÁ ESGOTADA

(Agência Prodetec) - A política governamental de estimular o crédito voltado para o consumo, como forma de incentivar o crescimento econômico, o está dando sinais de esgotamento, em função do alto índice de comprometimento da renda familiar e da satisfação das famílias quanto aos bens de consumo duráveis básicos. O governo federal deveria concentrar suas atenções no financiamento como base para o investimento, por parte da banca privada, posto que hoje isso é uma função praticamente de agências de fomento como o BNDES e o BNB, este restrito aos estados do Nordeste.

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DESEMPENHO DO COMÉRCIO VAREJISTA REGIONAL MOSTRA PIAUÍ COM EXPANSÃO EM RITMO CHINÊS

(Agência Prodetec) - De acordo com os dados divulgados pelo IBGE sobre o desempenho do comércio varejista ampliado, nos cinco primeiros meses deste ano as vendas do setor no Piauí cresceram 10,4%, índice que equivale a mais do dobro daquele observado no mesmo período de 2011 (4,%). Foi o maior incremento entre todos os estados nordestinos e bem acima da média nacional apurada pelo IBGE (5,8%). Na Bahia, segundo maior destaque da pesquisa, o aumento foi de 7,8%.

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CAI PELA METADE ÍNDICE DE AUMENTO DAS VENDAS DO COMÉRCIO VAREJISTA CEARENSE

(Agência Prodetec) – Os dados da Pesquisa Mensal de Comércio do IBGE, divulgados recentemente, mostram que as vendas do comércio varejista ampliado no Ceará caíram mais de 50% no período janeiro-maio de 2012 comparativamente ao desempenho observado em intervalo idêntico de 2011. O desempenho apurado pelo IBGE alcançou 5,4% nos cinco primeiros meses do ano ante 11,1% no mesmo período do ano passado, ficando abaixo da média nacional de 5,8%. A performance do Estado foi a terceira pior na região, depois de Sergipe (4,7%) e Rio Grande do Norte (3,6%).

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ESTIMATIVA DE CONSUMO PARA O NORDESTE SUPERA MEIO TRILHÃO DE REAIS, EM 2012

(Agência Prodetec) - A estimativa de consumo no Brasil, este ano, deve alcançar cerca de R$ 2,7 trilhões, o equivalente a 60,5% do produto Interno Bruto. Em relação a 2011, a variação soma R$ 273 bilhões, informa a consultoria e editora IPC Marketing, especializada nesse tipo de levantamento.
No mapa de potencial de consumo para 2012, a consultoria mostra que nos últimos dez anos o índice (IPC) do Nordeste avançou dois pontos percentuais, com participação da ordem de 17,7%, praticamente a mesma registrada para o Sul (17,5%). A evolução no período anterior (1991-2002) também se situou em dois pontos, de 13,7% para 15,6%.
Mesmo assim, foi a região com maior crescimento entre 2002 e 2012. No caso do Sudeste, o índice passou de 54,5% para 50,4%, enquanto no Sul, caiu de 18,3% para 17,5%. No Centro-Oeste aumentou de 7,3% para 8,6% e no Norte, de 4,2% para 5,8%.

Estados e municípios

O estudo da IPC apresenta informações detalhadas para os 5,5 mil municípios brasileiros. Na lista dos 50 maiores municípios do país em potencial de consumo, em 2012, Salvador aparece na sexta posição, Fortaleza na oitava e Recife na décima. Fora das capitais, Jaboatão dos Guararapes (PE) é a única cidade nordestina a integrar o ranking.
Em termos estaduais, o conjunto dos nove estados nordestinos apresenta um potencial de consumo (R$ 505,8 bilhões) inferior a São Paulo (R$ 761,5 bilhões). Bahia e Pernambuco, as economias mais fortes da região, lideram a lista regional com R$ 131.257 milhões e R$ 111.213 milhões, respectivamente, seguindo-se, pela ordem: Ceará (R$ 75.214 milhões), Maranhão (R$ 45.798 milhões), Paraíba (R$ 35.742 milhões), Rio Grande do Norte (R$ 34.412 milhões), Alagoas (R$ 26.553 milhões), Piauí (R$ 24.780 milhões) e Sergipe (R$ 20.999 milhões).
Da relação dos 50 maiores municípios em potencial de consumo no Brasil, é a seguinte a situação do Nordeste:

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