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GUERRA FISCAL E ATRAÇÃO DE INVESTIMENTOS

A chamada guerra fiscal apresenta algumas limitações como política de desenvolvimento regional, pouco agregando ao processo de mudanças da estrutura produtiva dos estados e de sua participação na produção industrial do país. Uma dessas limitações diz respeito ao fato desse tipo de iniciativa ser adotada de forma descoordenada, sem ligação com o governo federal e desvinculada de uma política de fomento regional.
De outra parte, em muitos casos, o alvo dos investimentos é cercado pelo oferecimento de vantagens fiscais e financeiras por parte de estados que, quase sempre, figurariam como cenário natural para aquele tipo de empreendimento. Finalmente, existe uma despreocupação por parte dos anfitriões desses investimentos quanto ao estabelecimento de políticas de proteção aos trabalhadores, inclusive no caso da remuneração, quando se sabe que a redução do custo de mão de obra é que motiva muitas empresas a se instalarem em determinadas localidades.
O assunto é debatido nas páginas da REN – Revista Econômica do Nordeste – pela economista Soraia Cardozo, doutora em desenvolvimento econômico com ênfase em economia regional e urbana. Sua análise, focada no Estado do Ceará no período 1995/2008, examina a capacidade da denominada guerra fiscal promover mudanças nas estruturas produtivas estaduais e reduzir a heterogeneidade regional na geração de renda e riqueza no Brasil.
De acordo com a pesquisadora, professora da Universidade Federal de Uberlândia (MG), no caso do Ceará, a despeito da transferência de elevados recursos para as empresas privadas, sua política de atração de investimentos "mostrou limitações importantes enquanto política voltada para a superação das desigualdades regionais".
Para detalhes do estudo da professora Soraia o interessado pode acessar a íntegra no endereço www.bnb.gov.br/etene/publicacoes/REN.

 
PREÇO DE IMÓVEIS EM FORTALEZA CRESCE MAIS QUE NO RESTO DO BRASIL, EM JULHO

(Agência Prodetec) - Os preços dos imóveis nas principais capitais brasileiras subiram 1% em julho, registrando desaceleração no mês comparativamente a junho. A queda não foi maior em função do comportamento do mercado em Fortaleza, onde o preço por metro quadrado subiu 3,6%, puxando para cima o índice nacional.
De acordo com o índice FipeZap, que acaba de ser divulgado, a elevação constatada em Fortaleza foi seis vezes superior a Recife (0.6%) e o dobro da registrada em Salvador (1,8%). Em âmbito nacional, houve queda em Belo Horizonte (-1,2,%) e Brasília (0,1%). O estudo da Fipe é calculado com base no preço médio do metro quadrado em São Paulo, Rio, Belo Horizonte, Distrito Federal, Recife, Salvador e Fortaleza, apurado a partir de anúncios de apartamentos novos feitos no portal Zap Imóveis.
No ano, as maiores variações ocorreram no Recife (14,1%) e Fortaleza (10,7%), o mesmo se verificando quando considerado os últimos 12 meses. Entre março de 2010 e julho deste ano, o índice acumulou aumento de 42,2% na capital cearense contra 60,6% no Recife e 15,2% em Salvador.

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Para saber mais acesse www.zap.com.br/imoveis/fipe-zap/default.aspx

 
SETE CIDADES NORDESTINAS INTEGRAM RANKING DOS 30 MUNICIPIOS MAIS EMPREENDEDEDORES DO BRASIL

(Agência Prodetec) - Apenas sete municípios do Nordeste integram a lista das 30 cidades mais empreendedoras do Brasil, elaborada pelo Instituto Brasileiro de Planejamento tributário (IBPT) com base em empreendimentos criados até 30 de julho de 2012. Salvador, em quinto lugar; Fortaleza, em sexto e Recife, em décimo, são os melhores colocados, valendo salientar que a capital cearense superou Curitiba, em 2012. Os demais municípios nordestinos do ranking são: Maceió (18º lugar), Natal (22º), São Luís (26º) e Teresina (28º).
De acordo com o estudo do IBPT, Salvador registrou o maior número de empresas (15.103), aí incluídos também os microempreedimentos individuais (MEI). Em seguida, aparecem Fortaleza ( 14.317 empresas), Recife (8.854), Maceió (5.193), Natal (4.441), São Luís (3.902) e Teresina (3.701 empresas).
Em termos de regiões metropolitanas, além das capitais, aparecem municípios como Maracanaú, Caucaia e Eusébio, na RM de Fortaleza; Lauro de Freitas, Camaçari e Simões Filho, na RM de Salvador; e Jaboatão dos Guararapes, Olinda e Paulista, na RM do Recife.
Em âmbito nacional, a quantidade de novas empresas criadas até 30 de julho último atingiu um milhão de unidades, representando um leve aumento sobre o mesmo período de 2011, quando atingiu 915.802. São Paulo continuou liderando o ranking em termos absolutos, com 28% do total (275,7 mil).
Nordeste: 182 mil novos empreendimentos
Pelos dados do IBPT, no Nordeste foram criados 182.807 novos empreendimentos, dos quais quase 20% na Bahia. Pernambuco e Ceará situaram-se no mesmo patamar, em torno de 31 mil novas unidades, seguindo-se Maranhão, com 14,2 mil, e Rio Grande do Norte, com 12,4 mil unidades. Dos estados nordestinos, apenas a Bahia registrou decréscimo na criação dos novos empreendimentos comparados os períodos de 2011 e 2012. Em termos relativos, os maiores avanços ocorreram em Alagoas (24,4%), Ceará (23,3%), Sergipe (14,5%) e Paraíba (13,6%).
O desdobramento dos números mostra que a quantidade de microempreendedor individual alcançou 124,5 mil em 2012, com aumento de 24,7% sobre o ano anterior. O Nordeste só perde para a região Sudeste em número de MEI.
O setor de serviços é o que mais ensejou a criação de novas empresas, seguindo-se a atividade comercial.

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Para saber mais acesse: www.ibpt.com.br

 
ESTIMATIVA DE CONSUMO PARA O NORDESTE SUPERA MEIO TRILHÃO DE REAIS, EM 2012

(Agência Prodetec) - A estimativa de consumo no Brasil, este ano, deve alcançar cerca de R$ 2,7 trilhões, o equivalente a 60,5% do produto Interno Bruto. Em relação a 2011, a variação soma R$ 273 bilhões, informa a consultoria e editora IPC Marketing, especializada nesse tipo de levantamento.

No mapa de potencial de consumo para 2012, a consultoria mostra que nos últimos dez anos o índice (IPC) do Nordeste avançou dois pontos percentuais, com participação da ordem de 17,7%, praticamente a mesma registrada para o Sul (17,5%). A evolução no período anterior (1991-2002) também se situou em dois pontos, de 13,7% para 15,6%.

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PREÇO DE IMÓVEIS EM FORTALEZA CRESCE MAIS QUE NO RESTO DO BRASIL, EM JULHO

(Agência Prodetec) – Os preços dos imóveis nas principais capitais brasileiras subiram 1% em julho, registrando desaceleração no mês comparativamente a junho. A queda não foi maior em função do comportamento do mercado em Fortaleza, onde o preço por metro quadrado subiu 3,6%, puxando para cima o índice nacional.

De acordo com o índice FipeZap, que acaba de ser divulgado, a elevação constatada em Fortaleza foi seis vezes superior a Recife (0.6%) e o dobro da registrada em Salvador (1,8%). Em âmbito nacional, houve queda em Belo Horizonte (-1,2,%) e Brasília (0,1%). O estudo da Fipe é calculado com base no preço médio do metro quadrado em São Paulo, Rio, Belo Horizonte, Distrito Federal, Recife, Salvador e Fortaleza, apurado a partir de anúncios de apartamentos novos feitos no portal Zap Imóveis.

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