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CRÉDITO FAVORÁVEL NO NORDESTE

O cenário para a expansão do crédito permanece favorável em 2012, após a decisão dos bancos públicos de reduzir as taxas de juros das suas principais linhas de financiamento.

No Nordeste, o nível de expansão das operações de crédito continua superando o das demais regiões brasileiras, comportamento que se repete há quase dois anos.

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AUMENTA FATURAMENTO DAS LAVOURAS TEMPORÁRIAS NO NORDESTE, EM 2011

O nível de crescimento das lavouras temporárias no Nordeste cresceu quase quatro vezes mais no Nordeste do que no resto do Brasil, em 2011. O faturamento ficou em torno R$ 20,1 bilhões contra R$ 16,9 bilhões na safra anterior, avanço de 18,3% ante 5% registrados em âmbito nacional. Isoladamente, esse grupo de produtos garantiu quase metade do Valor Bruto da Produção (VBP) da Agropecuária do Nordeste, em 2011, no total de R$ 44,9 bilhões.

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ÁREA PLANTADA COM GRÃOS NO NORDESTE ALCANÇA QUASE 10 MILHÕES DE HECTARES

O plantio de grãos no Nordeste já se aproxima dos 10 milhões de hectares. A região, que responde por 17,8% da área cultivada no país, experimentou a maior variação de área na safra 2011/12, agregando 283,7 mil hectares ao total nacional.

Destaques para Maranhão, Piauí e Bahia, sobretudo pela ampliação da cultura de algodão. No conjunto, os nove estados abrangem área plantada de 9.034,6 mil hectares na contagem feita no quarto levantamento de safra da Conab, aguardando uma produção de 15.502,8 mil toneladas de grãos, recuo de 3,1% comparativamente à safra 2010/2011.

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VALE E ALCOA RESPONDERAM POR 42% DAS EXPORTAÇÕES DO MARANHÃO EM 2011

Segundo maior exportador do Nordeste, com divisas da ordem de USSA$ 3.047 milhões, em 2011, o Maranhão concentra suas vendas no mercado internacional em commodities agrícolas e metálicas. Apenas duas empresas: Vale e Alcoa responderam por 41,8% do total exportado ano passado. A maior participação é da Vale com 27,3% do total contra 14,5% do grupo Alcoa. As exportações de soja tiveram participação de 20%%.

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GUERRA FISCAL E ATRAÇÃO DE INVESTIMENTOS

A chamada guerra fiscal apresenta algumas limitações como política de desenvolvimento regional, pouco agregando ao processo de mudanças da estrutura produtiva dos estados e de sua participação na produção industrial do país. Uma dessas limitações diz respeito ao fato desse tipo de iniciativa ser adotada de forma descoordenada, sem ligação com o governo federal e desvinculada de uma política de fomento regional.

De outra parte, em muitos casos, o alvo dos investimentos é cercado pelo oferecimento de vantagens fiscais e financeiras por parte de estados que, quase sempre, figurariam como cenário natural para aquele tipo de empreendimento. Finalmente, existe uma despreocupação por parte dos anfitriões desses investimentos quanto ao estabelecimento de políticas de proteção aos trabalhadores, inclusive no caso da remuneração, quando se sabe que a redução do custo de mão de obra é que motiva muitas empresas a se instalarem em determinadas localidades.

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